Hebert de perto

cartaz-hebert

Gostei muito desse documentário. Consegue abordar de maneira muito íntima a vida do Hebert Viana e o quão pessoal são as letras das músicas dos Paralamas. Ver o Hebert no início da banda me fez relembrar a adolescência e o quanto eu usava a música pra extravasar minhas emoções.

Plebe Rude – Vote em Branco!

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A Plebe Rude é uma das minhas bandas preferidas do Rock Nacional. Letras politizadas e revolta social sempre foi o foco da banda, a qual nunca teve boas relações com gravadoras e com os meios de comunicação. Por isso, acabou sendo pouco conhecida pelo grande público.

“Vote em branco” foi composta em 1980, mas só foi registrada em disco no ano de 2006. A execução da música num show em Patos de Minas no ano de 1981 levou os integrantes da Plebe Rude a serem presos. Um detalhe: na época, o povo ainda não tinha direito de votar nas eleições presidenciais.

Algumas razões me levam a votar nulo:

1. Descrença na democracia representativa: depois que elegemos os governantes, nosso poder de intervenção é quase nulo;

2. Falta de esperança no sistema político atual: campanhas custam milhões; depois de eleitos, os senadores e deputados vendem votos  em troca de cargos e verbas;

3. O candidato menos ruim não é bom e eu tenho o direito de dizer não.

Visite também o site da Plebe Rude, o flickr e o you tube da banda e o blog do baixista André X.

de volta à guitarra…

guitarra

Quando eu morava em Brumado, uma das minhas maiores paixões era a música. Nunca toquei maravilhosamente bem, mas me divertia… Comecei no violão, quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, depois ganhei uma guitarra. Porém, desde que cheguei em Aracaju, em 2004, fui perdendo o interesse em tocar, talvez pela falta de um violão, já que a guitarra não é muito interessante pra se tocar sozinho em casa… A guitarra é meio burocrática, tem que desenrolar os cabos, ligar no amplificador, ficar atento pra não fazer muito barulho e incomodar os vizinhos. Já o violão é pegar e sair tocando…

Pois bem, depois de meses sem pegar na guitarra, essa semana voltei a tocar!

Obs.: A imagem eu fiz com minha câmera e editei no GIMP.

Ponto de Cultura Olha o Chico apresenta sua produção

Está no ar desde o início de junho a página do ponto de cultura Olha o Chico. A página foi criada dentro do Estúdio Livre e foi pensada para ser um meio de divulgação do conteúdo produzido pelo ponto, já que não basta produzir e deixar solto pela internet, é preciso divulgar!

O endereço da página é http://estudiolivre.org/olhaochico e lá estão disponíveis a descrição das atividades realizadas pela Olha o Chico e as músicas já gravadas pelo ponto. Destaco a música “Cais do Rio“, composta pela Mira Dantas, que foi quem cuidou da diagramação da página e também tem um bela voz.

O processo

Lá começamos a trabalhar em três frentes: áudio, vídeo e páginas wiki. Duas pessoas ficaram capturando umas músicas que estavam gravadas no MD e publicando no acervo do Estúdio Livre. Outras duas se dedicaram a editar umas fitas de vídeo no Cinelerra. E a Mira Dantas ficou editando a página do ponto no Estúdio Livre.

Ela nunca havia diagramado páginas para web antes, mas foi pegando rápido os macetes do wiki e alguns comandos html. O auge do aprendizado foi a criação de uma tabela. A Mira perguntou se era possível fazer uma tabela no wiki, eu respondi que dava pra fazer, mas que não ficava muito boa e fiz uma tabela usando os comandos do wiki. A tabela não agradou, então ela perguntou se tinha como fazer com html. Eu disse que dava pra fazer, mas que era muito trabalhoso e seria melhor colocar as informações como texto plano mesmo. Então ela insistiu e eu mostrei como montar uma tabela com comandos html. Em minutos, ela montou uma tabela enorme com um emaranhado de códigos html misturados com códigos wiki!

Oficina – Vitória da Conquista

Aproveitei minhas férias na Bahia, para fazer uma oficina em Vitória da Conquista, no ponto de cultura “Música para Todos”. Vitória da Conquista fica no sudoeste da Bahia, próximo de Brumado, a cidade em que nasci e morei até meus 18 anos.

A oficina foi uma das mais divertidas e produtivas que já fiz. Focamos em áudio e vídeo que são os principais interesses da galera do ponto (na verdade, mais em áudio do que em vídeo) e saímos de lá com três músicas e um clipe gravados.

As músicas são “Corda-bamba“, “Música” (sim, o nome dá música é “música”!) e, a que eu mais gostei, “Concerto Nordestino“.

A música “Corda-bamba” é composição do Maestro João Omar, o qual é filho de Elomar, um conhecido cantor e compositor popular da Bahia. O “Concerto Nordestino” foi improvisado pelo João Omar no violoncello e pelo Kessller no pandeiro. É uma mistura de violoncello com pandeiro, de erudito com repente, às vezes me lembra uns sons de rabeca de Pernambuco. Já “Música” é de Paulo Macedo e conta mais uma vez com João Omar no violoncello. E fizemos também um clipezinho dela.



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