Hebert de perto

Gostei muito desse documentário. Consegue abordar de maneira muito íntima a vida do Hebert Viana e o quão pessoal são as letras das músicas dos Paralamas. Ver o Hebert no início da banda me fez relembrar a adolescência e o quanto eu usava a música pra extravasar minhas emoções.
U-507 premiado no Curta-Se 9
O U-507, documentário no qual eu trabalhei no ano de 2008, recebeu dois prêmios no festival Curta-Se 9: melhor vídeo sergipano pelo juri popular e terceiro lugar entre os vídeos sergipanos pelo juri oficial.
Fiquei feliz pelo prêmio do juri popular, que demonstra que o público presente gostou do vídeo. Além disso, o documentário “O arquivo de Ivan“, do meu amigo Fábio Rogério, foi eleito pelo juri oficial o segundo melhor vídeo sergipano.
Assista o U-507:
U-507
Já deveria ter publicado aqui há meses… Esse é o U-507, documentário em que eu trabalhei lá em Aracaju no primeiro semestre deste ano. O U-507 trata do afundamento de quatro navios brasileiros na costa de Aracaju pelo submarino alemão U-507 durante a segunda guerra mundial.
Minha participação no documentário foi na direção e edição do making of. O documentário também está disponível para download no formato XviD (126 MB).
O site oficial é o http://u507.wordpress.com
O documentário U-507 está licenciado sob a Creative Commons Attribution-Noncommercial-Share Alike 2.5 Brazil License.
Making Of do documentário U-507
Este é o Making Of do U-507, um documentário em que eu trabalhei durante o primeiro semestre de 2008. Foi meu primeiro trabalho em um projeto de vídeo mais “profissional”, assumi a função de coordenar a equipe de making of e fazer a edição deste.
Antes da gravação do documentário, a equipe do documentário realizou algumas oficinas de vídeo para jovens do povoado Areia Branca, local onde foram feitas a maior parte das entrevistas. Após essas oficinas, selecionamos alguns dos jovens e estes puderam filmar o making of do U-507.
A edição do making of foi feita no Cinelerra (sim, software livre!). Em algumas partes do começo do vídeo, aparece uma mancha preta no canto superior-direito… isso foi causado por um defeito na tampa da lente da câmera que a gente tava usando. A tampa às vezes não abria direito e, por isso, ficou com a mancha num dos cantos.
O lançamento do U-507 está marcado para o dia 2 de agosto. Após o lançamento, o documentário será disponibilizado no blog oficial: http://u507.wordpress.com.
Download do making of:
[ Alta qualidade ] Formato Ogg/Theora – 138 MB
[ Qualidade média ] Formato Ogg/Theora – 89 MB
Instruções para assistir: O Ogg Theora é um formato de vídeo desenvolvido de forma livre e colaborativa. Esse tipo de arquivo é reproduzido nativamente nos sistemas GNU/Linux. Se você ainda não utiliza um sistema operacional livre, pode baixar o excelente VLC media player para tocar arquivos OGG e uma infinidade de arquivos de áudio e vídeo. O VLC está disponível tanto para Mac OS X, quanto para Windows. Se preferir, instale os codecs OGG e veja o vídeo em qualquer player do Windows.
Retorno do submarino – 1º dia de gravação
No sábado passado, aconteceu o primeiro dia de gravação do documentário “O retorno do submarino alemão”. Essa é a primeira vez que trabalho num vídeo com uma produção mais “profissional”.
Sempre fiz vídeos de forma bem amadora, na base do “do it yourself”, e gosto desse estilo de produção. Não tenho pretensões de fazer meus projetos de forma mais elaborada, concorrer a editais, etc. Simplesmente quero continuar fazendo vídeos que mostrem o que eu acho importante que as pessoas vejam, sem me importar muito com a inovação artística ou com qualidade técnica.
No entanto, tem sido uma experiência interessante trabalhar nesse documentário. Primeiro, porque a gravação não teve o stress que é comum haver nesse tipo de produção. Segundo, porque o meu trabalho no projeto é orientar jovens que estão tendo sua primeira experiência com produção audiovisual.
Naquele dia, gravamos quatro entrevistas para o documentário e mais umas imagens de um cemitério onde estão os corpos de alguns dos náufragos brasileiros. Na primeira entrevista foi a que tivemos mais problemas, principalmente porque ainda não estávamos com muita agilidade na montagem e no ajuste dos equipamentos. Também tivemos problemas com ruídos externos: carros e motos passando a todo momento pela rua, vizinhos barulhentos e até latido de cachorro!
As entrevistas seguintes foram realizadas no Povoado de Areia Branca, que, por estar bem afastada da cidade, não nos causou tantos problemas com ruído. De vez em quando, aparecia um carro de som e tínhamos de parar a entrevista, mas não atrapalhou muito nosso trabalho. Além disso, gastamos menos tempo montando e desmontando os equipamentos.
Em breve, mais novidades, fotos e vídeos da gravação do documentário…


