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		<title>OpenStreetMap na revista Tema</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 04:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[software.livre]]></category>
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		<description><![CDATA[Em outubro, após a palestra na Latinoware, eu e Djavan Fagundes fomos entrevistados pela jornalista Loyanne Salles, a qual se interessou em fazer uma matéria sobre o OpenStreetMap para a revista Tema. A matéria foi publicada na edição de dezembro/2011 e ficou muito interessante. Veja a matéria ou acesse a edição completa da revista. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/geral/osm-revista-tema.jpg"><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/geral/osm-revista-tema-low550.jpg" alt="Matéria sobre OpenStreetMap na Revista Tema" width="550" height="346" /></a></p>
<p>Em outubro, após a <a title="Latinoware 2011" href="http://wille.blog.br/2011/10/latinoware-2011/">palestra na Latinoware</a>, eu e Djavan Fagundes fomos entrevistados pela jornalista Loyanne Salles, a qual se interessou em fazer uma matéria sobre o <a href="http://osm.org">OpenStreetMap</a> para a revista Tema.</p>
<p>A matéria foi publicada na edição de dezembro/2011 e ficou muito interessante. <a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/geral/osm-revista-tema.jpg">Veja a matéria</a> ou acesse a edição completa da <a href="http://tema.serpro.gov.br/pub/serpro/">revista</a>.</p>
<p>A revista Tema é uma publicação do Serpro, a empresa de TI do governo federal.</p>
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		<title>2011-2012 &#8211; The Holstee Manifesto</title>
		<link>http://wille.blog.br/2012/01/2011-2012-the-holstee-manifesto/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 23:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[diário]]></category>
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		<description><![CDATA[Ano passado fiz um post com metas para o ano de 2011. Acabei de reler aquelas metas e creio que consegui cumprir quase tudo, exceto a principal meta: a de estudar bastante. Meus estudos se concentraram no Inglês, mesmo assim ainda não estou no nível que eu gostaria. Aprendi pouco de programação, li poucos livros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado fiz um <a title="2010-2011, destinos" href="http://wille.blog.br/2011/01/2010-2011-destinos/">post com metas para o ano de 2011</a>. Acabei de reler aquelas metas e creio que consegui cumprir quase tudo, exceto a principal meta: a de estudar bastante.</p>
<p>Meus estudos se concentraram no Inglês, mesmo assim ainda não estou no nível que eu gostaria. Aprendi pouco de programação, li poucos livros técnicos e, como o Espanhol não é muito presente no meu cotidiano, estudei pouco também&#8230; Esses são pontos a melhorar esse ano para que eu consiga fazer as mudanças que pretendo desde o ano passado.</p>
<p>Ainda estou descobrindo minhas metas para esse ano e acho que não vou publicá-las, no entanto hoje encontrei um vídeo que define muito bem o que querer não só para um ano, mas para toda a vida:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/QDmt_t6umoY" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Quem quiser ver com legendas em português, acesse no <a href="http://www.universalsubtitles.org/en/videos/SK804PhibQfV/pt/190924/">Universal Subtitles</a>.</p>
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		<title>Como copiar vídeos de qualquer site e em qualquer formato para o seu computador</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 23:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacking]]></category>
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		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo, postei aqui no blog uma forma bem fácil de copiar vídeos do youtube no GNU/Linux. Bastava esperar o vídeo carregar no navegador e ir lá no /tmp/ e copiar o arquivo pra outra pasta. Eu usava bastante isso. Porém com uma mudança no plugin do Adobe Flash e com o uso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo, postei <a title="a forma mais fácil de baixar vídeos do You Tube" href="http://wille.blog.br/2008/05/a-forma-mais-facil-de-baixar-videos-do-you-tube/">aqui no blog</a> uma forma bem fácil de copiar vídeos do youtube no GNU/Linux. Bastava esperar o vídeo carregar no navegador e ir lá no /tmp/ e copiar o arquivo pra outra pasta. Eu usava bastante isso. Porém com uma mudança no plugin do Adobe Flash e com o uso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML5">HTML5</a> no <a href="www.youtube.com/html5">You Tube</a>, essa técnica passou a não funcionar mais.</p>
<p>Há uns meses, <a href="http://blog.liquuid.net/2011/03/26/como-salvar-um-video-do-youtube-no-novo-flash-plugin/">Liquuid postou em seu blog</a> como copiar vídeos carregados com o novo plugin Flash, porém descobri uma forma mais fácil e rápida e que funciona também com vídeos em sites que já estão utilizando HTML5.</p>
<p>Primeiro espere o vídeo ser carregado totalmente no <a href="http://getfirefox.com/">Firefox</a> (creio que essas instruções funcionam em outros navegadores também, desde que rodando no GNU/Linux). Quando finalizar o carregamento, execute o comando:</p>
<p><code>ps aux | grep firefox</code></p>
<p>O resultado será algo parecido com isso:</p>
<p><code>wille     <strong>1366</strong>  9.7 17.9 1511896 547344 ?      Sl   17:42  13:17 firefox<br />
wille     <strong>1444</strong>  3.8  2.9 592744 90248 ?        Sl   17:42   5:16 /usr/lib/firefox/plugin-container /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so -greomni /usr/lib/firefox/omni.jar 1366 plugin<br />
wille     2648  0.0  0.0   8576  1016 pts/0    S+   19:58   0:00 grep firefox</code></p>
<p>Preste atenção nos números em negrito. São os números de processo do firefox e do plugin flashplayer, respectivamente.  Daí, basta abrir o diretório <strong>/proc/1366/fd/</strong> ou o<strong> /proc/1444/fd/ </strong>no Gerenciador de Arquivos e, pelo ícone do arquivo, é possível identificar qual é o arquivo do vídeo que está carregado no Firefox. Uma dica: se o vídeo foi carregado com HTML5, geralmente ele está no diretório do processo do firefox, se foi carregado com flashplayer, tá no outro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-824" title="observe o ícone diferente no nautilus" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/nautilus.jpg" alt="nautilus abrindo o diretório citado acima" width="500" height="299" /></p>
<p>Porém, não dá pra usar o Nautilus para copiar, pois esse arquivo que aparece na tela é apenas um link para um outro arquivo que já foi deletado, assim utilize o terminal para fazer a cópia (quem não sabe copiar pelo terminal, estude o comando <strong>cp</strong>).</p>
<p>É bom lembrar que esse tutorial é válido para qualquer site de vídeo, não apenas o You Tube.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cavan e o Fleadh Cheoil</title>
		<link>http://wille.blog.br/2011/11/cavan-e-o-fleadh-cheoil/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 01:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que mais gostei na cultura irlandesa foi a música, principalmente a música tradicional e as canções folk tocadas pelos artistas de rua. A música tradicional usa uma grande variedade de instrumentos: gaita de fole, flauta irlandesa, violão, banjo, bandolim, acordeon, harpa, violino e outros. Tive a oportunidade de ir ao Fleadh Cheoil, um festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0245_1.jpg" alt="Menina tocando acordeon" /></p>
<p>O que mais gostei na cultura irlandesa foi a música, principalmente a música tradicional e as canções folk tocadas pelos artistas de rua. A música tradicional usa uma grande variedade de instrumentos: gaita de fole, flauta irlandesa, violão, banjo, bandolim, acordeon, harpa, violino e outros.</p>
<p>Tive a oportunidade de ir ao Fleadh Cheoil, um festival de música tradicional realizado na cidadezinha de Cavan. O que faz o festival tão interessante não são grandes atrações, mas a forma de realização dele. Havia apresentações em teatros, auditórios, pubs, em palcos abertos localizados em praças, mas o principal mesmo eram os artistas que se apresentavam nas ruas. Na verdade, qualquer pessoa, poderia pegar seu instrumento e tocar em algum lugar nas ruas de Cavan. Havia músicos de todas as idades, inclusive muitas crianças. Algumas era perceptível que não sabiam mais do que uma ou duas músicas, mas mesmo assim estavam na rua participando da festa e mostrando o que sabiam tocar.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0227_1.jpg" alt="Rua principal de Cavan" /></p>
<p>O nome do festival é escrito em gaélico (também chamada de Irish), a língua tradicional da Irlanda. Todas as placas de trânsito e informações de órgãos governamentais são escritos em gaélico e em inglês. Além disso, o gaélico é ensinado na escola e exigido para assumir alguns cargos públicos.</p>
<p>Comprei uma flauta irlandesa, aprendi a tocar um solo simples, mas não tenho me dedicado muito&#8230;</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0256_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic35" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/35__333x248_dscn0256_1.jpg" alt="Harpa" title="Harpa" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0269_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic37" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/37__333x248_dscn0269_1.jpg" alt="Música folk irlandesa" title="Música folk irlandesa" />
</a>
</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0261_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic36" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/36__333x248_dscn0261_1.jpg" alt="Havia muitas crianças com pinturas no rosto" title="Havia muitas crianças com pinturas no rosto" />
</a>
   
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0232.jpg" title="" class="shutterset_singlepic33" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/33__333x248_dscn0232.jpg" alt="Flauta irlandesa" title="Flauta irlandesa" />
</a>
</p>
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		<title>Latinoware 2011</title>
		<link>http://wille.blog.br/2011/10/latinoware-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 00:31:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana passada, participei pela primeira vez da Latinoware (Conferência Latino-Americana de Software Livre), creio que o segundo maior evento de Software Livre do Brasil. Gostei muito da Latinoware, por vários motivos&#8230; Apesar de não ter uma programação tão grande quanto a do FISL, por ser um evento menor, você consegue conversar com mais gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, participei pela primeira vez da <a href="http://latinoware.org/">Latinoware</a> (Conferência Latino-Americana de Software Livre), creio que o segundo maior evento de Software Livre do Brasil. Gostei muito da Latinoware, por vários motivos&#8230; Apesar de não ter uma programação tão grande quanto a do <a href="http://www.fisl.org.br">FISL</a>, por ser um evento menor, você consegue conversar com mais gente e se deslocar pelos espaços com mais calma. A programação foi bastante diversificada, com minicursos e palestras de diversas áreas. Também gostei da presença de participantes de vários países da América do Sul, como Bolívia, Colômbia, Peru, Paraguai e Argentina. Acho muito interessante que essa integração aconteça.</p>
<p>Além disso, apresentei uma palestra com <a href="http://djavan.comum.org/blog/">Djavan Fagundes</a> sobre o <a href="http://OpenStreetMap.org">OpenStreetMap</a>. Na apresentação, falamos da importância e potencial do OSM, de alguns projetos de mapeamento que temos e mostramos como começar a editar no OSM. Foram publicados dois posts sobre a palestra, um no<a href="http://www.latinoware.org/pt-br/node/201"> site do evento</a> e outro em um <a href="http://blogeventos.serpro.gov.br/post/11669831597/openstreetmap-a-alternativa-livre-do-google-maps">blog da Serpro</a>. Também cedemos uma entrevista para a assessora de comunicação do <a href="http://www.serpro.gov.br/">Serpro</a> que deve render uma matéria em breve na <a href="http://tema.serpro.gov.br/pub/serpro/">revista da empresa</a>.</p>
<p>A apresentação de slides está disponível em: <a href="http://bayfiles.com/file/193B/cnTS31/mapeamento_OSM-1.2.pdf">http://bayfiles.com/file/193B/cnTS31/mapeamento_OSM-1.2.pdf</a></p>
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		<title>Literatura e direitos autorais</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 05:08:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há algumas semanas li um post no blog do Leo Germani sobre uma projeto de pesquisa a respeito de como os músicos se sustentam financeiramente. Os primeiros resultados da pesquisa, entre outros dados interessantes, mostram aquilo que todo mundo já sabe: direito autoral representa uma parcela pequena da renda dos músicos. Na primeira mesa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-794" title="Mesa de abertura da Flica 2011" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/flica-1.jpg" alt="Da esq. para dir. Raquel Cozer, Miguel Sanches e Fernando Morais" width="650" height="409" /></p>
<p>Há algumas semanas li um <a href="http://leogermani.com.br/2011/08/31/do-que-vive-o-musico-afinal/">post no blog do Leo Germani</a> sobre uma projeto de pesquisa a respeito de como os músicos se sustentam financeiramente. Os primeiros resultados da pesquisa, entre outros dados interessantes, mostram aquilo que todo mundo já sabe: direito autoral representa uma parcela pequena da renda dos músicos.</p>
<p>Na primeira mesa da <a href="http://www.flica2011.com.br">Flica 2011</a> (Festa Literária Internacional de Cachoeira), surgiu um debate interessante sobre direitos autorais. O mediador perguntou para os dois escritores (<a href="http://www.fernandomorais.com.br/">Fernando Morais</a> e <a href="http://www.herdandoumabiblioteca.blogspot.com/">Miguel Sanches Neto</a>) e para a jornalista (<a href="http://abibliotecaderaquel.folha.blog.uol.com.br/">Raquel Cozer</a>) o que eles achavam da &#8220;pirataria de livros&#8221;. Até então eu não tinha conhecimento de como andava a área de literatura em relação a remuneração dos autores. Me surpreendi ao saber que a literatura e a música estão em situação bastante similar.</p>
<p>Miguel e Raquel falaram que pouquíssimos autores conseguem viver apenas do direito autoral no Brasil. As editoras repassam aos autores de 10 a 12% do preço de capa do livro, assim os autores costumam sobreviver mesmo é de escrever para jornais e revistas e de cachês por participação em eventos como festas literárias. Os dois convidados concordaram que a distribuição gratuita dos livros na internet só é benéfica para os escritores mais famosos e com um público consolidado, o que eu discordo. Penso que quem não vive de direito autoral é quem menos tem a perder (e também quem mais precisa) com a divulgação de suas obras na internet.</p>
<p>Fernando Morais, integrante do seleto grupo que consegue se sustentar com os royalties dos livros, disse que para conseguir vender livro precisa viajar por todo o país participando de bienais, festas e feiras literárias, trabalho que ele considera bastante cansativo. Chico Buarque, segundo Morais, é um dos poucos que consegue vender bem sem precisar participar de eventos. Ele também afirmou que a adaptação das suas obras para áudio livros e para cinema tem sido bastante rentável.</p>
<p>Além disso, os dois escritores afirmaram que a &#8220;pirataria&#8221; (<em>não gosto desse termo, pirata é quem saqueia navios em alto mar!</em>) que mais os incomoda é a praticada por editoras e por cursinhos pré-vestibular, os quais inserem textos em apostilas e livros didáticos sem pedir autorização e sem remunerar os autores. Miguel falou que não se incomoda de pessoas copiarem seus livros para estudo, caso não possam comprar. Fernando Morais disse que uma vez pesquisou os livros dele que estavam disponíveis na internet para download não autorizado e achou as cópias de qualidade muito ruim, com muitos erros devidos ao processo de “scanneamento”, não ameaçando assim a venda do livro de papel. Ele também disse que tem vontade de propor à editora fazer uma experiência de liberar para download alguns livros cujas vendas já estão estabilizadas e permitir que as pessoas paguem a quantia que desejarem.</p>
<p>Apesar da visão ainda conservadora dos convidados em relação aos direitos autorais, foi interessante conhecer alguns detalhes do mercado literário, bem como uma infração de direitos autorais que geralmente não é mostrada: a praticada pelas próprias editoras.</p>
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		<title>Dublin &#8211; Mobilidade Urbana</title>
		<link>http://wille.blog.br/2011/09/dublin-mobilidade-urbana/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 12:07:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A mobilidade urbana em Dublin tem mais pontos positivos que negativos. Um ponto negativo é o custo alto do transporte público. O ônibus, o VLT (lá chamado de Luas) e o trem custam entre € 1,20 e € 3,60, dependendo da distância que você vai percorrer. Um trajeto do centro para um bairro afastado custa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0178.jpg" alt="Bicicletário no centro da cidade" /></p>
<p>A mobilidade urbana em Dublin tem mais pontos positivos que negativos. Um ponto negativo é o custo alto do transporte público. O ônibus, o VLT (lá chamado de Luas) e o trem custam entre € 1,20 e € 3,60, dependendo da distância que você vai percorrer. Um trajeto do centro para um bairro afastado custa por volta de € 2,30. Sendo que a integração entre os sistemas de transporte público não é gratuita. Assim se precisar pegar um trêm e um ônibus, é necessário pagar duas passagens. Ouvi alguns colegas do curso reclamarem de atrasos dos ônibus também. O interessante é que há um desconto se você comprar o ticket de ida e volta. É possível comprar também tickets com desconto que dão direito a viagens ilimitadas durante uma certa quantidade de dias ou por um mês ou um ano inteiro.</p>
<p>Outro ponto negativo são os semáforos. O pedestre não tem prioridade na hora de atravessar a rua! O tempo de espera para abrir o sinal é muito grande e o semáforo só fica aberto pelo tempo suficiente para se atravessar a rua. Se você estiver a alguns metros de distância da esquina, quando o sinal abre, é provável que não consiga atravessar a tempo.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0001.jpg" alt="Estação das Dublin Bikes" /></p>
<p>O principal ponto positivo, por outro lado, é o estímulo ao uso de bicicletas. Há uma boa quantidade de ciclofaixas, ciclovias, bicicletários e um sistema de aluguel de bikes chamado <a href="http://www.dublinbikes.ie">Dublin Bikes</a> (foto acima). Tentei alugar uma bike, mas não consegui, provavelmente porque eu não tinha limite suficiente no cartão de crédito para a taxa de garantia, que é cobrada quando a bike não é devolvida em 24h. O preço pelo uso das Dublin Bikes é muito bom. Você pode fazer um cartão que vale por um ano e custa €10. Quando você usa as bicicletas, a primeira meia hora é gratuita e depois há uma taxa de mais ou menos € 1,50 por hora. Assim, quem percorre pequenas distâncias não vai pagar quase nada, além de não ter que se preocupar com manutenção das bicicletas nem com a possibilidade de roubo. As estações das Dublin Bikes, por enquanto, estão mais presentes na parte central da cidade. Pelo que vi, o sistema é bastante utilizado. Perto do hostel em que eu fiquei, por exemplo, havia duas estações e no início da manhã era difícil encontrar bicicletas disponíveis.</p>
<p>Além das Dublin Bikes, existe uma outra iniciativa para estimular o uso de bicicletas chamado Cycle to Work. Não sei se entendi bem o funcionamento, mas é um programa que permite ao trabalhador comprar um bicicleta com abatimento de impostos e com o valor parcelado e descontado diretamente no salário.</p>
<p>O trânsito da cidade é seguro para se pedalar e há um número enorme de ciclistas pelas ruas. A <a href="http://www.flickr.com/photos/aoifejohanna/">Aiofe</a> me contou que há muito furto de bicicletas, por isso, é comum ver bicicletas com duas ou até três travas nos bicicletários.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0211.jpg" title="" class="shutterset_singlepic29" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/29__333x248_imag0211.jpg" alt="VLT (Luas)" title="VLT (Luas)" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/dscn0097.jpg" title="" class="shutterset_singlepic30" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/30__333x248_dscn0097.jpg" alt="Dublin Bus" title="Dublin Bus" />
</a>
</p>
<p>Além disso, o uso de carro é desestimulado pelas taxas de estacionamento que são cobradas em toda a cidade. Mesmo em cidades pequenas, como em Cavan que só possui três mil habitantes na zona urbana, é necessário pagar para estacionar na rua. Considero essa política bastante justa e necessária! Não cheguei a ver nenhum congestionamento lá&#8230;</p>
<p>Usei ônibus e o VLT apenas uma vez em Dublin e peguei o trem três vezes para ir em bairros mais afastados. Como a escola, o hostel e a maioria dos locais que visitei eram no centro da cidade, pude fazer tudo caminhando mesmo ou com a bicicleta que comprei lá.</p>
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		<title>Dublin</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 03:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<category><![CDATA[dublin]]></category>
		<category><![CDATA[irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei em Dublin na tarde do dia 03 de agosto. Como é bem comum por lá, estava nublado&#8230; Fiquei com muito medo de ser barrado pela imigração, pois o oficial estava claramente desconfiado, fez muitas perguntas e pediu pra ver reserva do hotel, bilhete do voo de volta, enquanto que outras pessoas ele tinha liberado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0096.jpg" alt="River Liffey" /></p>
<p>Cheguei em Dublin na tarde do dia 03 de agosto. Como é bem comum por lá, estava nublado&#8230; Fiquei com muito medo de ser barrado pela imigração, pois o oficial estava claramente desconfiado, fez muitas perguntas e pediu pra ver reserva do hotel, bilhete do voo de volta, enquanto que outras pessoas ele tinha liberado rapidamente&#8230; Fiquei bem nervoso ao responder às perguntas, mas fui liberado.</p>
<p>Lá no aeroporto, eu peguei um ônibus até a O&#8217;Connell Street, uma das principais ruas do centro de Dublin e então pedi informação até achar a estação do Luas (sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vlt">Veículo Leve sobre Trilhos</a>). O Luas me deixou a alguns metros do hostel.</p>
<p>FIquei hospedado no <a href="http://www.generatorhostels.com/en/dublin/">Generator Hostel</a>, uma rede de hostels presente em mais quatro ou cinco cidades da Europa. O Generator de Dublin começou a funcionar há pouco tempo, assim as diárias estavam em promoção e bem em conta: € 10 (quarto coletivo, sem direito a café da manhã). Esse foi o hostel com a melhor estrutura que já conheci. Além de camas, colchões e estrutura toda nova, ele é bem seguro, limpo, possui uma sala com projetor e poltronas pra assistir filme e jogar vídeo-game, computadores pra acesso gratuito e até um bar. A localização dele também é muito boa, em frente a um supermercado e perto do centro da cidade.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0176.jpg" title="" class="shutterset_singlepic24" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/24__333x250_imag0176.jpg" alt="Centro comercial de Dublin" title="Centro comercial de Dublin" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0102.jpg" title="" class="shutterset_singlepic17" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/17__333x250_dscn0102.jpg" alt="Arquitetura padrão da cidade" title="Arquitetura padrão da cidade" />
</a>
<br />
Gastei muito tempo nos dois primeiros dias em Dublin pesquisando preços de celular e câmera fotográfica, pois perdi o celular em Istambul e eu tinha pretensões de comprar uma câmera melhor. Gastar tempo com compras é uma das piores coisas que se pode fazer numa viagem, além disso os preços lá nem estavam tão interessantes&#8230; Acabei não comprando a câmera e comprei um HTC Wildfire, que roda Android 2.2 e tem uma câmera de 5MP razoável. Esse tempo perdido acabou fazendo falta mais tarde&#8230;</p>
<p>Nos primeiros dias, meu inglês elementar não me permitiu conversar muito, apesar de eu ter tentado bastante. A partir do segundo dia de aula, foi que consegui levar umas conversas. Conheci muita gente, de diversos lugares do mundo e conversei bastante nessa viagem. O curso não foi tão produtivo quanto o de espanhol que fiz na Argentina no ano passado, mas consegui melhorar muito minha compreensão e minha fala.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0170.jpg" alt="River Liffey num dia de Sol" /></p>
<p>Em minha primeira semana lá, o tempo estava quase sempre nublado. Era raro o Sol aparecer. Um dia, enquanto eu andava na rua que margeia o Rio Liffey, o Sol saiu detrás das nuvens e fez tudo reluzir. É incrível como tudo muda com mais luz. A cidade parece ganhar mais vida. Sempre que isso acontecia, me lembrava de &#8220;<em>Here comes the sun</em>&#8220;, dos Beatles. Agosto é o mês mais chuvoso em Dublin, porém a chuva geralmente era bem fina e rápida e não chegou a atrapalhar meus planos. A temperatura estava bem agradável, só à noite que fazia um pouco mais de frio&#8230;</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0213.jpg" title="" class="shutterset_singlepic18" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/18__333x250_dscn0213.jpg" alt="Temple Bar, o pub mais famoso de Dublin" title="Temple Bar, o pub mais famoso de Dublin" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0201.jpg" title="" class="shutterset_singlepic25" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/25__333x250_imag0201.jpg" alt="Música tradicional no Cobblestone Pub" title="Música tradicional no Cobblestone Pub" />
</a>
<br />
Dublin não é uma grande metrópole e não oferece muita coisa pra fazer&#8230; Achei ruim que quase todos os museus e galerias fecham às 17h (mesmo anoitecendo às 22h em Agosto). Depois desse horário, não havia muita opção, além de ir para os pubs, que são muito legais, principalmente pela música ao vivo, presente em praticamente todos eles durante as tardes e noites. Os pubs mais frequentados da região de Temple Bar costumam ter música folk e rock. Os mais tradicionais, por sua vez, dão preferência pela música tradicional irlandesa. A decoração dos pubs mais tradicionais é bem interessante também. Outra coisa boa é que não é cobrado couvert artístico&#8230; inclusive se não quiser consumir nada, você pode ir lá só pra apreciar a música.</p>
<p>Gostei também dos parques de Dublin, da tranquilidade das ruas, do River Liffey (um rio limpo!) dividindo a cidade em norte e sul&#8230; Nos próximos posts, contarei um pouco mais sobre Dublin e a cultura irlandesa.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0132.jpg" title="" class="shutterset_singlepic22" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/22__333x250_imag0132.jpg" alt="Rua vizinha ao Aviva Stadium" title="Rua vizinha ao Aviva Stadium" />
</a>
 
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/21__333x250_imag0061.jpg" alt="Iveagh Gardens" title="Iveagh Gardens" />
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</p>
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		<title>Istambul</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[diário]]></category>
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		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<category><![CDATA[istambul]]></category>
		<category><![CDATA[turquia]]></category>

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		<description><![CDATA[Embarquei para Istambul às 23h do dia 01/08 em São Paulo. Como comprei a passagem para Dublin por uma empresa aérea da Turquia, era necessário fazer uma conexão lá em Istambul. O voo foi muito tranquilo, acho que dormi cerca de 6h. Da janela do avião, consegui ver o deserto do Saara e também a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/dscn0296.jpg" alt="dscn0296" width="650" height="487" /></p>
<p>Embarquei para Istambul às 23h do dia 01/08 em São Paulo. Como comprei a passagem para Dublin por uma empresa aérea da Turquia, era necessário fazer uma conexão lá em Istambul. O voo foi muito tranquilo, acho que dormi cerca de 6h. Da janela do avião, consegui ver o deserto do Saara e também a cidade de Palermo, na ilha da Sicília!</p>
<p>A chegada em Istambul foi às 17h da tarde (no fuso de lá). Passei pelo controle de passaportes, que é bem tranquilo, pois não é necessário visto prévio e não te fazem nenhuma pergunta, nem exigem nada. Depois fui procurar o Hotel Desk da Turkish Airlines no aeroporto, pois eu tinha visto no site da empresa, que ela oferecia hospedagem gratuita para quem tivesse que ficar mais de 10h em Istambul aguardando a conexão. Lá no Hotel Desk conheci um brasileiro que também estava indo pra Dublin. Uns 30 minutos depois uma van da Turkish nos levou para o hotel e lá conhecemos mais uns brasileiros e resolvemos sair juntos pra conhecer o centro da cidade.</p>
<p>Como o hotel era bem afastado do centro da cidade, foi bom andar em grupo, pois pudemos dividir um táxi e conhecer vários locais. Primeiro fomos na Sultanahmet, uma praça onde estão algumas construções históricas de Istambul, como a Basílica de Santa Sofia e a Mesquita Azul. Como já era noite, não pude entrar em nenhum desses lugares. Pude ver algumas pessoas em frente a uma mesquita, tirando os calçados e fazendo a posição para rezar. Vi também muitas mulheres com véu na cabeça ou vestindo a burca. Mesmo considerando a burca uma opressão contra as mulheres, foi interessante ver de perto uma cultura tão diferente.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/imag0229.jpg" alt="imag0229" /></p>
<p>Paramos para comer um ótimo kebab e comemos mais uma coisa que não lembro o nome, mas eram uns vegetais ralados e enrolados numa folha. Os turcos gostam muito de tomate e de pepino, os servem até no café da manhã! Azeitonas e frutas secas são bem populares por lá também. No café da manhã do hotel, conheci uns queijos, mortadelas e salsichas bem diferentes.</p>
<p>Depois de comer, caminhamos mais um pouco pelos arredores e, em seguida, pegamos um táxi para passar para a parte da cidade chamada de Gálata. Lá caminhamos pela avenida Istiklal, uma rua de pedestres como as que existem em qualquer grande cidade. A Istiklal parece interminável e, mesmo à noite, com poucas lojas abertas, havia muita gente circulando.</p>
<p>Depois de quase 30 minutos caminhando, pegamos um táxi pro hotel. O taxista era um maluco que em grande parte do trajeto andou a mais de 150 km/h! Em alguns momentos, o ponteiro bateu nos 200 km/h! Nessa rodovia que a gente estava, o limite de velocidade era 120 km/h&#8230; Tentamos pedir pra reduzir, mas ele não levou a sério. Então, o único jeito foi curtir a experiência e respirar aliviado após cada curva e ultrapassagem que o maluco fazia. Pra completar, ele não conhecia a rua do hotel e teve que dar algumas voltas no bairro pra encontrar. Lá em Istambul me pareceu muito comum dirigir sem cinto de segurança.</p>
<p>Gostei muito do verão de Istambul. Início de noite com temperatura agradável, muita gente nas praças e nas ruas até tarde e muita diversidade de culturas.</p>
<p>Minha primeira passagem por Istambul terminou aí. No outro dia, só deu tempo de tomar café e ir para o aeroporto pegar o voo pra Dublin.</p>
<p><strong>Volta</strong></p>
<p>Na viagem de volta para o Brasil, cheguei mais tarde em Istambul, por volta de 20h30. No controle de passaportes, o oficial era um cara jovem, mais ou menos da minha idade. O cara olhou a capa do passaporte e falou: &#8220;<em>Ohhh! Brazil!!! I like Brazil!</em>&#8220;. Daí carimbou o passaporte sem pensar duas vezes, me perguntou como se fala &#8220;<em>Hello!</em>&#8221; em português e disse que gostava muito do futebol brasileiro. A recepção amistosa e a temperatura mais amena me lembraram que o frio irlandês tinha ficado pra trás.</p>
<p>Fui ao Hotel Desk solicitar a hospedagem e dessa vez tive mais sorte: me colocaram num hotel bem perto do centro da cidade! Quando cheguei no hotel já passava das 21h, então não me aventurei a sair pela cidade. Só procurei um lugar perto do hotel pra comprar algo pra comer e procurei saber se era seguro sair de manhã cedo pra conhecer alguns locais.</p>
<p>No quarto do hotel, fiquei assistindo a Al Jazeera em inglês até o sono chegar. O tema principal era a iminente queda de Kadafi na Líbia. Depois passou um documentário que achei interessante sobre a discriminação sofrida por muçulmanos nos Estados Unidos, principalmente após o 11 de setembro.</p>
<p>No dia seguinte, acordei às 5h30 da manhã, tomei banho e peguei um táxi para visitar novamente a Sultanahmet Square, mas agora com luz do sol. Depois andei por algumas ruas até a orla do belo Mar de Mármara. Muitas fotos depois, voltei para o hotel para tomar café e pegar a van para o aeroporto.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/imag0248.jpg" alt="imag0248" /></p>
<p><strong>Alguns pontos sobre Istambul:</strong></p>
<ul>
<li>Pouca gente fala inglês em Istambul. Taxistas, garçons e vendedores geralmente sabem pouca coisa além de dizer o preço dos produtos,<em> hello</em> e <em>thank you</em>. Penso que é um lugar muito interessante pra voltar e conhecer melhor, porém o ideal seria saber falar a língua turca pra poder conversar com as pessoas e conhecer a fundo a cultura do lugar.</li>
<li>Antes de viajar, eu assisti um documentário chamado &#8220;<em>Crossing the bridge &#8211; The sound of Istanbul</em>&#8220;. É um bom documentário sobre a música de lá.</li>
</ul>
<p><strong>Algumas fotos&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;">
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	<!-- Thumbnails -->
		
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								<img title="Hagia Sofia" alt="Hagia Sofia" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/thumbs/thumbs_dscn0276.jpg" width="100" height="75" />
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<p>As fotos são quase todas da viagem de volta, pois a câmera que eu levei não funciona bem com pouca iluminação.</p>
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		<title>Gnome 3</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 00:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas de software]]></category>
		<category><![CDATA[software.livre]]></category>
		<category><![CDATA[vida geek]]></category>
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		<description><![CDATA[Troquei o KDE, que eu usava no meus computadores há cerca de 4 anos pelo GNOME 3. Inicialmente eu só queria testar a nova versão do Gnome, que parecia bastante atraente, mas em pouco tempo, me fez abandonar o KDE. O que eu vi de melhor no Gnome 3: - Design simples, eficiente e bonito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Troquei o <a href="http://kde.org">KDE</a>, que eu usava no meus computadores há cerca de 4 anos pelo <a href="http://www.gnome3.org/index.html.pt_BR">GNOME 3</a>. Inicialmente eu só queria testar a nova versão do Gnome, que parecia bastante atraente, mas em pouco tempo, me fez abandonar o KDE.</p>
<p>O que eu vi de melhor no Gnome 3:</p>
<p><img class="size-full wp-image-728 aligncenter" title="gnome 3 desktop" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/gnome3-blog-desktop.jpg" alt="gnome 3 desktop" width="600" height="337" /></p>
<p>- <strong>Design simples, eficiente e bonito</strong>. Destaque para a fonte de texto padrão, que melhora muito o aspecto de todo o desktop e dos aplicativos.</p>
<p><img class="size-full wp-image-730 aligncenter" title="gnome3-blog" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/gnome3-blog.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p>- <strong>Distraction-Free</strong>. O Gnome tem apenas uma barra de painel na parte de cima da tela (do jeito que eu sempre usava no KDE). Além disso, o Gnome eliminou a barra de tarefas (aquela barra que mostra todas as janelas abertas no momento) e escondeu a bandeja do sistema num canto inferior da tela. O resultado disso é que você tem um desktop ao mesmo tempo fácil de utilizar e com muitos recursos, porém limpo, sem ícones de programas tirando sua concentração. Uso um cliente de twitter e identi.ca e, quando utilizava KDE, a todo momento eu clicava no ícone dele na bandeja quando tinha algo novo ou mesmo sem ter novos posts. Com o Gnome, é comum eu passar bastante tempo sem nem lembrar do identi.ca e do twitter. A ausência da barra de tarefas também diminui a distração.</p>
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