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	<title>wille.blog.br &#187; viagens</title>
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		<title>Cavan e o Fleadh Cheoil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 01:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que mais gostei na cultura irlandesa foi a música, principalmente a música tradicional e as canções folk tocadas pelos artistas de rua. A música tradicional usa uma grande variedade de instrumentos: gaita de fole, flauta irlandesa, violão, banjo, bandolim, acordeon, harpa, violino e outros. Tive a oportunidade de ir ao Fleadh Cheoil, um festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0245_1.jpg" alt="Menina tocando acordeon" /></p>
<p>O que mais gostei na cultura irlandesa foi a música, principalmente a música tradicional e as canções folk tocadas pelos artistas de rua. A música tradicional usa uma grande variedade de instrumentos: gaita de fole, flauta irlandesa, violão, banjo, bandolim, acordeon, harpa, violino e outros.</p>
<p>Tive a oportunidade de ir ao Fleadh Cheoil, um festival de música tradicional realizado na cidadezinha de Cavan. O que faz o festival tão interessante não são grandes atrações, mas a forma de realização dele. Havia apresentações em teatros, auditórios, pubs, em palcos abertos localizados em praças, mas o principal mesmo eram os artistas que se apresentavam nas ruas. Na verdade, qualquer pessoa, poderia pegar seu instrumento e tocar em algum lugar nas ruas de Cavan. Havia músicos de todas as idades, inclusive muitas crianças. Algumas era perceptível que não sabiam mais do que uma ou duas músicas, mas mesmo assim estavam na rua participando da festa e mostrando o que sabiam tocar.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0227_1.jpg" alt="Rua principal de Cavan" /></p>
<p>O nome do festival é escrito em gaélico (também chamada de Irish), a língua tradicional da Irlanda. Todas as placas de trânsito e informações de órgãos governamentais são escritos em gaélico e em inglês. Além disso, o gaélico é ensinado na escola e exigido para assumir alguns cargos públicos.</p>
<p>Comprei uma flauta irlandesa, aprendi a tocar um solo simples, mas não tenho me dedicado muito&#8230;</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0256_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic35" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/35__333x248_dscn0256_1.jpg" alt="Harpa" title="Harpa" />
</a>
 
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/37__333x248_dscn0269_1.jpg" alt="Música folk irlandesa" title="Música folk irlandesa" />
</a>
</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0261_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic36" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/36__333x248_dscn0261_1.jpg" alt="Havia muitas crianças com pinturas no rosto" title="Havia muitas crianças com pinturas no rosto" />
</a>
   
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cavan/dscn0232.jpg" title="" class="shutterset_singlepic33" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/33__333x248_dscn0232.jpg" alt="Flauta irlandesa" title="Flauta irlandesa" />
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</p>
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		<title>Dublin &#8211; Mobilidade Urbana</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 12:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[A mobilidade urbana em Dublin tem mais pontos positivos que negativos. Um ponto negativo é o custo alto do transporte público. O ônibus, o VLT (lá chamado de Luas) e o trem custam entre € 1,20 e € 3,60, dependendo da distância que você vai percorrer. Um trajeto do centro para um bairro afastado custa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0178.jpg" alt="Bicicletário no centro da cidade" /></p>
<p>A mobilidade urbana em Dublin tem mais pontos positivos que negativos. Um ponto negativo é o custo alto do transporte público. O ônibus, o VLT (lá chamado de Luas) e o trem custam entre € 1,20 e € 3,60, dependendo da distância que você vai percorrer. Um trajeto do centro para um bairro afastado custa por volta de € 2,30. Sendo que a integração entre os sistemas de transporte público não é gratuita. Assim se precisar pegar um trêm e um ônibus, é necessário pagar duas passagens. Ouvi alguns colegas do curso reclamarem de atrasos dos ônibus também. O interessante é que há um desconto se você comprar o ticket de ida e volta. É possível comprar também tickets com desconto que dão direito a viagens ilimitadas durante uma certa quantidade de dias ou por um mês ou um ano inteiro.</p>
<p>Outro ponto negativo são os semáforos. O pedestre não tem prioridade na hora de atravessar a rua! O tempo de espera para abrir o sinal é muito grande e o semáforo só fica aberto pelo tempo suficiente para se atravessar a rua. Se você estiver a alguns metros de distância da esquina, quando o sinal abre, é provável que não consiga atravessar a tempo.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0001.jpg" alt="Estação das Dublin Bikes" /></p>
<p>O principal ponto positivo, por outro lado, é o estímulo ao uso de bicicletas. Há uma boa quantidade de ciclofaixas, ciclovias, bicicletários e um sistema de aluguel de bikes chamado <a href="http://www.dublinbikes.ie">Dublin Bikes</a> (foto acima). Tentei alugar uma bike, mas não consegui, provavelmente porque eu não tinha limite suficiente no cartão de crédito para a taxa de garantia, que é cobrada quando a bike não é devolvida em 24h. O preço pelo uso das Dublin Bikes é muito bom. Você pode fazer um cartão que vale por um ano e custa €10. Quando você usa as bicicletas, a primeira meia hora é gratuita e depois há uma taxa de mais ou menos € 1,50 por hora. Assim, quem percorre pequenas distâncias não vai pagar quase nada, além de não ter que se preocupar com manutenção das bicicletas nem com a possibilidade de roubo. As estações das Dublin Bikes, por enquanto, estão mais presentes na parte central da cidade. Pelo que vi, o sistema é bastante utilizado. Perto do hostel em que eu fiquei, por exemplo, havia duas estações e no início da manhã era difícil encontrar bicicletas disponíveis.</p>
<p>Além das Dublin Bikes, existe uma outra iniciativa para estimular o uso de bicicletas chamado Cycle to Work. Não sei se entendi bem o funcionamento, mas é um programa que permite ao trabalhador comprar um bicicleta com abatimento de impostos e com o valor parcelado e descontado diretamente no salário.</p>
<p>O trânsito da cidade é seguro para se pedalar e há um número enorme de ciclistas pelas ruas. A <a href="http://www.flickr.com/photos/aoifejohanna/">Aiofe</a> me contou que há muito furto de bicicletas, por isso, é comum ver bicicletas com duas ou até três travas nos bicicletários.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/imag0211.jpg" title="" class="shutterset_singlepic29" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/29__333x248_imag0211.jpg" alt="VLT (Luas)" title="VLT (Luas)" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin-mobilidade-urbana/dscn0097.jpg" title="" class="shutterset_singlepic30" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/30__333x248_dscn0097.jpg" alt="Dublin Bus" title="Dublin Bus" />
</a>
</p>
<p>Além disso, o uso de carro é desestimulado pelas taxas de estacionamento que são cobradas em toda a cidade. Mesmo em cidades pequenas, como em Cavan que só possui três mil habitantes na zona urbana, é necessário pagar para estacionar na rua. Considero essa política bastante justa e necessária! Não cheguei a ver nenhum congestionamento lá&#8230;</p>
<p>Usei ônibus e o VLT apenas uma vez em Dublin e peguei o trem três vezes para ir em bairros mais afastados. Como a escola, o hostel e a maioria dos locais que visitei eram no centro da cidade, pude fazer tudo caminhando mesmo ou com a bicicleta que comprei lá.</p>
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		<title>Dublin</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 03:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Cheguei em Dublin na tarde do dia 03 de agosto. Como é bem comum por lá, estava nublado&#8230; Fiquei com muito medo de ser barrado pela imigração, pois o oficial estava claramente desconfiado, fez muitas perguntas e pediu pra ver reserva do hotel, bilhete do voo de volta, enquanto que outras pessoas ele tinha liberado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0096.jpg" alt="River Liffey" /></p>
<p>Cheguei em Dublin na tarde do dia 03 de agosto. Como é bem comum por lá, estava nublado&#8230; Fiquei com muito medo de ser barrado pela imigração, pois o oficial estava claramente desconfiado, fez muitas perguntas e pediu pra ver reserva do hotel, bilhete do voo de volta, enquanto que outras pessoas ele tinha liberado rapidamente&#8230; Fiquei bem nervoso ao responder às perguntas, mas fui liberado.</p>
<p>Lá no aeroporto, eu peguei um ônibus até a O&#8217;Connell Street, uma das principais ruas do centro de Dublin e então pedi informação até achar a estação do Luas (sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vlt">Veículo Leve sobre Trilhos</a>). O Luas me deixou a alguns metros do hostel.</p>
<p>FIquei hospedado no <a href="http://www.generatorhostels.com/en/dublin/">Generator Hostel</a>, uma rede de hostels presente em mais quatro ou cinco cidades da Europa. O Generator de Dublin começou a funcionar há pouco tempo, assim as diárias estavam em promoção e bem em conta: € 10 (quarto coletivo, sem direito a café da manhã). Esse foi o hostel com a melhor estrutura que já conheci. Além de camas, colchões e estrutura toda nova, ele é bem seguro, limpo, possui uma sala com projetor e poltronas pra assistir filme e jogar vídeo-game, computadores pra acesso gratuito e até um bar. A localização dele também é muito boa, em frente a um supermercado e perto do centro da cidade.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0176.jpg" title="" class="shutterset_singlepic24" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/24__333x250_imag0176.jpg" alt="Centro comercial de Dublin" title="Centro comercial de Dublin" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0102.jpg" title="" class="shutterset_singlepic17" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/17__333x250_dscn0102.jpg" alt="Arquitetura padrão da cidade" title="Arquitetura padrão da cidade" />
</a>
<br />
Gastei muito tempo nos dois primeiros dias em Dublin pesquisando preços de celular e câmera fotográfica, pois perdi o celular em Istambul e eu tinha pretensões de comprar uma câmera melhor. Gastar tempo com compras é uma das piores coisas que se pode fazer numa viagem, além disso os preços lá nem estavam tão interessantes&#8230; Acabei não comprando a câmera e comprei um HTC Wildfire, que roda Android 2.2 e tem uma câmera de 5MP razoável. Esse tempo perdido acabou fazendo falta mais tarde&#8230;</p>
<p>Nos primeiros dias, meu inglês elementar não me permitiu conversar muito, apesar de eu ter tentado bastante. A partir do segundo dia de aula, foi que consegui levar umas conversas. Conheci muita gente, de diversos lugares do mundo e conversei bastante nessa viagem. O curso não foi tão produtivo quanto o de espanhol que fiz na Argentina no ano passado, mas consegui melhorar muito minha compreensão e minha fala.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0170.jpg" alt="River Liffey num dia de Sol" /></p>
<p>Em minha primeira semana lá, o tempo estava quase sempre nublado. Era raro o Sol aparecer. Um dia, enquanto eu andava na rua que margeia o Rio Liffey, o Sol saiu detrás das nuvens e fez tudo reluzir. É incrível como tudo muda com mais luz. A cidade parece ganhar mais vida. Sempre que isso acontecia, me lembrava de &#8220;<em>Here comes the sun</em>&#8220;, dos Beatles. Agosto é o mês mais chuvoso em Dublin, porém a chuva geralmente era bem fina e rápida e não chegou a atrapalhar meus planos. A temperatura estava bem agradável, só à noite que fazia um pouco mais de frio&#8230;</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/dscn0213.jpg" title="" class="shutterset_singlepic18" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/18__333x250_dscn0213.jpg" alt="Temple Bar, o pub mais famoso de Dublin" title="Temple Bar, o pub mais famoso de Dublin" />
</a>
 
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0201.jpg" title="" class="shutterset_singlepic25" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/25__333x250_imag0201.jpg" alt="Música tradicional no Cobblestone Pub" title="Música tradicional no Cobblestone Pub" />
</a>
<br />
Dublin não é uma grande metrópole e não oferece muita coisa pra fazer&#8230; Achei ruim que quase todos os museus e galerias fecham às 17h (mesmo anoitecendo às 22h em Agosto). Depois desse horário, não havia muita opção, além de ir para os pubs, que são muito legais, principalmente pela música ao vivo, presente em praticamente todos eles durante as tardes e noites. Os pubs mais frequentados da região de Temple Bar costumam ter música folk e rock. Os mais tradicionais, por sua vez, dão preferência pela música tradicional irlandesa. A decoração dos pubs mais tradicionais é bem interessante também. Outra coisa boa é que não é cobrado couvert artístico&#8230; inclusive se não quiser consumir nada, você pode ir lá só pra apreciar a música.</p>
<p>Gostei também dos parques de Dublin, da tranquilidade das ruas, do River Liffey (um rio limpo!) dividindo a cidade em norte e sul&#8230; Nos próximos posts, contarei um pouco mais sobre Dublin e a cultura irlandesa.</p>
<p>
<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/dublin/imag0132.jpg" title="" class="shutterset_singlepic22" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/22__333x250_imag0132.jpg" alt="Rua vizinha ao Aviva Stadium" title="Rua vizinha ao Aviva Stadium" />
</a>
 
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/cache/21__333x250_imag0061.jpg" alt="Iveagh Gardens" title="Iveagh Gardens" />
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</p>
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		<title>Istambul</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[diário]]></category>
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		<category><![CDATA[istambul]]></category>
		<category><![CDATA[turquia]]></category>

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		<description><![CDATA[Embarquei para Istambul às 23h do dia 01/08 em São Paulo. Como comprei a passagem para Dublin por uma empresa aérea da Turquia, era necessário fazer uma conexão lá em Istambul. O voo foi muito tranquilo, acho que dormi cerca de 6h. Da janela do avião, consegui ver o deserto do Saara e também a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="ngg-singlepic ngg-none aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/dscn0296.jpg" alt="dscn0296" width="650" height="487" /></p>
<p>Embarquei para Istambul às 23h do dia 01/08 em São Paulo. Como comprei a passagem para Dublin por uma empresa aérea da Turquia, era necessário fazer uma conexão lá em Istambul. O voo foi muito tranquilo, acho que dormi cerca de 6h. Da janela do avião, consegui ver o deserto do Saara e também a cidade de Palermo, na ilha da Sicília!</p>
<p>A chegada em Istambul foi às 17h da tarde (no fuso de lá). Passei pelo controle de passaportes, que é bem tranquilo, pois não é necessário visto prévio e não te fazem nenhuma pergunta, nem exigem nada. Depois fui procurar o Hotel Desk da Turkish Airlines no aeroporto, pois eu tinha visto no site da empresa, que ela oferecia hospedagem gratuita para quem tivesse que ficar mais de 10h em Istambul aguardando a conexão. Lá no Hotel Desk conheci um brasileiro que também estava indo pra Dublin. Uns 30 minutos depois uma van da Turkish nos levou para o hotel e lá conhecemos mais uns brasileiros e resolvemos sair juntos pra conhecer o centro da cidade.</p>
<p>Como o hotel era bem afastado do centro da cidade, foi bom andar em grupo, pois pudemos dividir um táxi e conhecer vários locais. Primeiro fomos na Sultanahmet, uma praça onde estão algumas construções históricas de Istambul, como a Basílica de Santa Sofia e a Mesquita Azul. Como já era noite, não pude entrar em nenhum desses lugares. Pude ver algumas pessoas em frente a uma mesquita, tirando os calçados e fazendo a posição para rezar. Vi também muitas mulheres com véu na cabeça ou vestindo a burca. Mesmo considerando a burca uma opressão contra as mulheres, foi interessante ver de perto uma cultura tão diferente.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/imag0229.jpg" alt="imag0229" /></p>
<p>Paramos para comer um ótimo kebab e comemos mais uma coisa que não lembro o nome, mas eram uns vegetais ralados e enrolados numa folha. Os turcos gostam muito de tomate e de pepino, os servem até no café da manhã! Azeitonas e frutas secas são bem populares por lá também. No café da manhã do hotel, conheci uns queijos, mortadelas e salsichas bem diferentes.</p>
<p>Depois de comer, caminhamos mais um pouco pelos arredores e, em seguida, pegamos um táxi para passar para a parte da cidade chamada de Gálata. Lá caminhamos pela avenida Istiklal, uma rua de pedestres como as que existem em qualquer grande cidade. A Istiklal parece interminável e, mesmo à noite, com poucas lojas abertas, havia muita gente circulando.</p>
<p>Depois de quase 30 minutos caminhando, pegamos um táxi pro hotel. O taxista era um maluco que em grande parte do trajeto andou a mais de 150 km/h! Em alguns momentos, o ponteiro bateu nos 200 km/h! Nessa rodovia que a gente estava, o limite de velocidade era 120 km/h&#8230; Tentamos pedir pra reduzir, mas ele não levou a sério. Então, o único jeito foi curtir a experiência e respirar aliviado após cada curva e ultrapassagem que o maluco fazia. Pra completar, ele não conhecia a rua do hotel e teve que dar algumas voltas no bairro pra encontrar. Lá em Istambul me pareceu muito comum dirigir sem cinto de segurança.</p>
<p>Gostei muito do verão de Istambul. Início de noite com temperatura agradável, muita gente nas praças e nas ruas até tarde e muita diversidade de culturas.</p>
<p>Minha primeira passagem por Istambul terminou aí. No outro dia, só deu tempo de tomar café e ir para o aeroporto pegar o voo pra Dublin.</p>
<p><strong>Volta</strong></p>
<p>Na viagem de volta para o Brasil, cheguei mais tarde em Istambul, por volta de 20h30. No controle de passaportes, o oficial era um cara jovem, mais ou menos da minha idade. O cara olhou a capa do passaporte e falou: &#8220;<em>Ohhh! Brazil!!! I like Brazil!</em>&#8220;. Daí carimbou o passaporte sem pensar duas vezes, me perguntou como se fala &#8220;<em>Hello!</em>&#8221; em português e disse que gostava muito do futebol brasileiro. A recepção amistosa e a temperatura mais amena me lembraram que o frio irlandês tinha ficado pra trás.</p>
<p>Fui ao Hotel Desk solicitar a hospedagem e dessa vez tive mais sorte: me colocaram num hotel bem perto do centro da cidade! Quando cheguei no hotel já passava das 21h, então não me aventurei a sair pela cidade. Só procurei um lugar perto do hotel pra comprar algo pra comer e procurei saber se era seguro sair de manhã cedo pra conhecer alguns locais.</p>
<p>No quarto do hotel, fiquei assistindo a Al Jazeera em inglês até o sono chegar. O tema principal era a iminente queda de Kadafi na Líbia. Depois passou um documentário que achei interessante sobre a discriminação sofrida por muçulmanos nos Estados Unidos, principalmente após o 11 de setembro.</p>
<p>No dia seguinte, acordei às 5h30 da manhã, tomei banho e peguei um táxi para visitar novamente a Sultanahmet Square, mas agora com luz do sol. Depois andei por algumas ruas até a orla do belo Mar de Mármara. Muitas fotos depois, voltei para o hotel para tomar café e pegar a van para o aeroporto.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center aligncenter" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/imag0248.jpg" alt="imag0248" /></p>
<p><strong>Alguns pontos sobre Istambul:</strong></p>
<ul>
<li>Pouca gente fala inglês em Istambul. Taxistas, garçons e vendedores geralmente sabem pouca coisa além de dizer o preço dos produtos,<em> hello</em> e <em>thank you</em>. Penso que é um lugar muito interessante pra voltar e conhecer melhor, porém o ideal seria saber falar a língua turca pra poder conversar com as pessoas e conhecer a fundo a cultura do lugar.</li>
<li>Antes de viajar, eu assisti um documentário chamado &#8220;<em>Crossing the bridge &#8211; The sound of Istanbul</em>&#8220;. É um bom documentário sobre a música de lá.</li>
</ul>
<p><strong>Algumas fotos&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-2-745">


	
	<!-- Thumbnails -->
		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/dscn0004.jpg" title=" " class="shutterset_set_2" >
								<img title="Prédios perto do hotel" alt="Prédios perto do hotel" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/thumbs/thumbs_dscn0004.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/dscn0010.jpg" title=" " class="shutterset_set_2" >
								<img title="Em frente a Hagia Sofia" alt="Em frente a Hagia Sofia" src="http://wille.blog.br/wp-content/gallery/istambul/thumbs/thumbs_dscn0010.jpg" width="100" height="75" />
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</p>
<p>As fotos são quase todas da viagem de volta, pois a câmera que eu levei não funciona bem com pouca iluminação.</p>
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		<title>Pouca Vogal e Chapada Diamantina</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 02:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre escrevo posts e acabo demorando muito de postar, tanto que às vezes as notícias ficam velhas&#8230; No final de janeiro fui no show do Pouca Vogal, em Irecê-BA, e fui pela primeira vez na Chapada Diamantina. Depois de muitos anos, consegui ver Gessinger tocar ao vivo! Sempre quis ver um show dos Engenheiros do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre escrevo posts e acabo demorando muito de postar, tanto que às vezes as notícias ficam velhas&#8230; No final de janeiro fui no show do <a href="http://www.poucavogal.com.br">Pouca Vogal</a>, em Irecê-BA, e fui pela primeira vez na Chapada Diamantina.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/poucavogal-irece.jpg"><img class="size-full wp-image-699 aligncenter" title="Pouca Vogal em Irecê" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/poucavogal-irece.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Depois de muitos anos, consegui ver Gessinger tocar ao vivo! Sempre quis ver um show dos Engenheiros do Hawaii ou do Pouca Vogal, mas nunca havia tido uma oportunidade. Finalmente consegui! Gostei muito do show, mas gostaria de assisti-lo em um teatro, que é um ambiente mais adequado à sonoridade.</p>
<p>Como o show foi em Irecê, numa sexta-feira, aproveitei pra passar o fim de semana na Chapada Diamantina, em Lençóis.</p>
<p>Cheguei em Lençóis no sábado à tarde, fui recuperar uma parte do sono perdido das últimas duas noites e depois fui conhecer a cidade e procurar um passeio pra fazer no domingo. Me interessei por uma trilha de bike, mas pra fazer sozinho ficava muito caro, então acabei optando por um outro passeio que visitava algumas grutas, uma cachoeira e o Morro do Pai Inácio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1462.jpg"><img class="size-full wp-image-700 aligncenter" title="Pôr do Sol no Morro do Pai Inácio" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1462.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Gostei bastante de subir o Morro do Pai Inácio. Desde que li &#8220;<a href="http://wille.blog.br/2010/02/novos-livros/">Na natureza selvagem</a>&#8220;, tenho me interessado por montanhismo. Tenho planos de subir o Pico das Almas, um dos pontos mais altos do nordeste, em Rio de Contas, perto de Brumado.</p>
<p>Infelizmente, o tempo que passei lá em Lençóis foi muito curto e não deu pra conhecer muitos locais. Tenho que voltar lá outra vez e, de preferência, com uma bicicleta pra fazer umas trilhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1447.jpg"><img class="size-full wp-image-701 aligncenter" title="No morro do Pai Inácio" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1447.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1450.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-702" title="BR-242 vista do alto do Morro" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/03/kdk_1450.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
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		<title>Encontro Mineiro de Software Livre &#8211; 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 15:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada participei pela primeira vez do Encontro Mineiro de Software Livre, realizado na Universidade Federal de Uberlândia. Apresentei um mini-curso de Inkscape e uma palestra sobre softwares livres para edição de vídeo. O evento teve um público bem pequeno, no entanto foi bem produtivo em debates, conversas e contatos. Pude ver uma muito bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-660 aligncenter" title="Crachá do EMSL" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/emsl10-cracha.jpg" alt="" width="600" height="450" /></p>
<p style="text-align: left;">Semana passada participei pela primeira vez do <a href="http://emsl.softwarelivre.org">Encontro Mineiro de Software Livre</a>, realizado na Universidade Federal de Uberlândia. Apresentei um mini-curso de Inkscape e uma palestra sobre softwares livres para edição de vídeo.</p>
<p style="text-align: left;">O evento teve um público bem pequeno, no entanto foi bem produtivo em debates, conversas e contatos. Pude ver uma muito bem humorada palestra  sobre geometria computacional com <a href="http://www.ime.ufg.br/docentes/olepeter/">Ole Peter Smith</a>, dinamarquês e professor da Universidade Federal de Goiás. Outra palestra interessante foi a do <a href="http://softwarelivre.org/wendellbg">Wendell Gonçalves</a> sobre software livre e educação, a qual mostrou alguns pontos de vista sobre esse tema que eu ainda não tinha contato.</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, aconteceram duas boas desconferências. Numa delas, discutimos sobre o conceito de Liberdade no Software Livre. Já no sábado, tivemos a presença de dois integrantes do Circuito Fora do Eixo, os quais afirmaram o interesse ideológico da FdE em migrar para software livre, e discutimos como o movimento software livre pode colaborar para isso. Pra quem não conhece, o <a href="http://foradoeixo.org.br/">Circuito Fora do Eixo</a> é uma rede de coletivos culturais de todo o país que trabalha com princípios como a economia solidária e o cooperativismo.</p>
<p style="text-align: left;">Outro bom momento foi a palestra do <a href="http://nighto.net/">Nighto</a> sobre <a href="http://mapaslivres.org">Open Street Map</a>. Quando voltei pra casa, me cadastrei e já fiz várias contribuições. Uma coisa divertida de colaborar com o OSM é relembrar os lugares em que estive em <a href="http://www.openstreetmap.org/?lat=-18.9091&amp;lon=-48.2654&amp;zoom=14&amp;layers=M">Uberlândia</a>. Também já fiz algumas edições nos mapas de Aracaju e Salvador.</p>
<p style="text-align: left;">Gostei bastante do EMSL e agradeço a excelente recepção e atenção da turma que organizou o evento (tivemos até coffee break com pão de queijo!). Disponibilizo aqui os slides da palestra &#8220;Análise dos softwares livres para edição de vídeo&#8221;. Faça o download dos <a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/slide-analise-video.pdf">slides em PDF (585kb)</a> ou em <a href="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/slide-analise-video.odp">ODP (928kb)</a>.</p>
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		<title>Futebol nos Pampas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 01:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meninos jogando bola na Ciudad Vieja, Montevideo No táxi que peguei da rodoviária de Buenos Aires até o Hostel no dia em que cheguei, os principais assuntos foram política e futebol. O taxista, que fisicamente lembrava o Maradona, começou falando sobre o fim do mandato do Lula nesse ano. Afirmou que o Brasil está indo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_639" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-639 " title="futebol na rua" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/kdk_0975.jpg" alt="" width="600" height="450" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Meninos jogando bola na Ciudad Vieja, Montevideo</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No táxi que peguei da rodoviária de Buenos Aires até o Hostel no dia em que cheguei, os principais assuntos foram política e futebol. O taxista, que fisicamente lembrava o Maradona, começou falando sobre o fim do mandato do Lula nesse ano. Afirmou que o Brasil está indo bem e questionou sobre quem provavelmente será o sucessor. Depois o tema mudou para futebol. Falou que nós nos demos mal na Copa e que a Argentina também, porém não queria a saída de Maradona.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no táxi que peguei quando fui embora de BsAs, o assunto foi principalmente futebol. Entretanto, o taxista me questionou também sobre as diferenças sociais e econômicas que eu consegui perceber entre Brasil e Argentina. Em seguida, começamos a falar de futebol. O taxista era torcedor fanático do Lanús, time da cidade de mesmo nome, localizada na região metropolitana de BsAs. Ele falou que toda a família torcia para o Lanús e que o pai, ele e os irmãos são sócios do clube. Falou que com o esforço dos sócios e da diretoria, conseguiram construir um estádio, contratar bons jogadores e isso já está refletindo na performance do time. Aí ele pegou o jornal pra me mostrar que o Lanús era o primeiro na média de pontos das últimas três temporadas do Campeonato Argentino.</p>
<p style="text-align: justify;">A impressão que tive dos taxistas de BsAs foi muito boa. Todas as três vezes que peguei táxi, os táxistas puxaram assunto e conversaram comigo durante todo o percurso. Além disso, o preço é muito inferior ao do Brasil&#8230;</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_643" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-643 " title="La Bombonera" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/kdk_0822.jpg" alt="" width="600" height="450" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">La Bombonera (foto feita sem zoom!)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro contato com futebol que tive na viagem foram as visitas à La Bombonera, estádio do Boca Juniors, e ao Centenário, principal estádio do Uruguai. Gosto muito de estádios, apesar de ter ído pela primeira vez em um há apenas um ano (meus pais dizem que me levaram na Fonte Nova quando eu era criança, mas não me lembro de nada&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-649" title="La Bombonera 2" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/kdk_0827.jpg" alt="" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">La Bombonera</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O La Bombonera é muito interessante. Ele foi construído em uma área pequena demais para um estádio tradicional. Assim, os arquitetos tiveram que encontrar soluções para que ele coubesse na área e para que a capacidade fosse compatível com a grandeza da torcida do Boca. Com isso, as arquibancadas ficam muito próximas do gramado. Só tive acesso ao setor central das arquibancadas, mas, pelo que vi, deve ser uma experiência bem diferente assistir um jogo lá.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_644" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-644" title="Estádio Centenário" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/kdk_0989.jpg" alt="" width="600" height="450" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Estádio Centenário</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já o estádio Centenário consegue ser exatamente o contrário do La Bomboneira. Gramado bem distante da arquibancada e bem mais extenso. Lá no Centenário existe um museu do futebol, porém no dia em que eu fui, estava fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de ter assistido um jogo em Buenos Aires, porém o Torneio Apertura começou exatamente no dia em que fui embora de lá&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_650" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-650" title="Estádio Centenário" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/kdk_0992.jpg" alt="" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Estádio Centenário</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Hostel, curso de espanhol e mobilidade em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fiquei hospedado no Hostel Portal del Sur durante os 12 dias que fiquei em Buenos Aires. A localização dele é muito boa, no centro da cidade, perto da Casa Rosada e da Av. 9 de Julho, a uma quadra de duas estações de metrô e próximo de vários locais interessantes. Quanto à equipe do hostel, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_627" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-627 " title="terraço do hostel" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0867.jpg" alt="" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Terraço do Hostel</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fiquei hospedado no <a href="http://www.portaldelsurba.com.ar">Hostel Portal del Sur</a> durante os 12 dias que fiquei em Buenos Aires. A localização dele é muito boa, no centro da cidade, perto da Casa Rosada e da Av. 9 de Julho, a uma quadra de duas estações de metrô e próximo de vários locais interessantes. Quanto à equipe do hostel, metade dela não é muito simpática, porém a outra metade é bem receptiva e ajuda bastante os hóspedes. Conheci muita gente lá e pude praticar o espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_628" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-628 " title="escola de Espanhol" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0752.jpg" alt="" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Sorteio de prêmios na escola</p></div>
<p>Fiz duas semanas de curso de espanhol numa <a href="http://www.ibl.com.ar">escola chamada IBL</a>. A escola está localizada no centro de BsAs, bem próximo do hostel. Gostei muito dos professores e do método de ensino, porém sugiro consultar o número de alunos na turma quando for reservar. Turmas com quatro alunos ou menos têm um rendimento bem melhor. O IBL também oferece cursos pela internet com recursos bem interessantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_629" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-629" title="Praça de maio" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0744.jpg" alt="" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Praça de Maio e Casa Rosada</p></div>
<p><strong>Mobilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gostei muito do sistema de transporte coletivo de Buenos Aires. Apesar de o metrô estar lotado em vários períodos do dia, ele é bem abrangente, a integração de linhas é gratuita e a passagem é muito barata (cerca de 55 centavos de real) e subsidiada pelo estado. Em São Paulo, uma passagem de metrô custa R$ 2,55!</p>
<p style="text-align: justify;">Os ônibus também são eficientes, bem conservados, funcionam 24h por dia e o preço é quase o mesmo do metrô e também é subsidiado. Só precisei pegar taxi três vezes nos 12 dias que passei lá. É bem fácil encontrar mapas gratuitos de Buenos Aires e estes sempre incluem as linhas de metrô e estações, o que ajuda bastante na locomoção por lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mapas me ajudaram também a caminhar bastante pela cidade. O trânsito é bem mais amigável com os pedestres que aqui no Brasil. Nos bairros mais centrais, as ruas têm muitas faixas de pedestre e semáforos. Os carros costumam parar quando o sinal ainda está amarelo e ,quase sempre, a travessia é bem segura.</p>
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		<title>Chegada a Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 02:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após o FISL, peguei um ônibus em Porto Alegre no final da tarde do dia 24 de julho e parti para Buenos Aires. A viagem demorou mais ou menos 20 horas, porém ficamos parados cerca de 2h na aduana logo que entramos na Argentina. A primeira impressão de Buenos Aires não foi boa. Dia chuvoso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://wille.blog.br/2010/07/fisl-11-e-porto-alegre/">Após o FISL</a>, peguei um ônibus em Porto Alegre no final da tarde do dia 24 de julho e parti para Buenos Aires. A viagem demorou mais ou menos 20 horas, porém ficamos parados cerca de 2h na aduana logo que entramos na Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira impressão de Buenos Aires não foi boa. Dia chuvoso, uma névoa cobria a cidade, deixando-a completamente cinza. Eu também estava um pouco apreensivo por estar sozinho em outro país.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei por volta das duas da tarde e peguei um taxi na rodoviária até o hostel. Após tomar um banho e arrumar minhas mochilas no armário do hostel, fui procurar um lugar para almoçar. Acabei indo parar em um café da Avenida de Mayo. O lugar parecia estar na década de 60, tanto pelo ambiente quanto pela idade das pessoas que frequentavam. Pedi um filé de merluza com batatas fritas. Um ou dois minutos depois, a garçonete me traz um pirex com uns peixinhos parecidos com sardinha e umas azeitonas. Inicialmente cogitei que teria entendido errado o que estava escrito no cardápio, mas depois vi que é costume nos cafés argentinos servir algo como entrada até que o prato solicitado fique pronto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o prato principal não me agradou. A merluza não tinha sabor algum e as batatas fritas estavam murchas e ensopadas de óleo! Por conta da chuva, passei o restante do dia no hostel. Estava tão assustado com a chegada na cidade que pensei em antecipar a volta ao Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, porém tudo mudou. Céu azul e pouco frio. Pela manhã fui pra minha primeira aula de espanhol e gostei bastante. Na hora do almoço, descobri o &#8220;Cabildo de Buenos Aires&#8221;, um café com ambiente legal, boa variedade de pratos e preço bom. Resolvi não arriscar e pedi um spaghetti com molho quatro queijos! A entrada dessa vez foi mais saborosa: um pastelzinho de carne e uma mini fatia de pizza! O spaghetti me agradou tanto que voltei a comer no &#8220;Cabildo&#8221; outras quatro ou cinco vezes.</p>

<a href='http://wille.blog.br/2010/09/chegada-a-buenos-aires/kdk_0696/' title='Colón'><img width="300" height="225" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0696-300x225.jpg" class="attachment-medium" alt="Colón, província de Entre Rios, parada para o café da manhã" title="Colón" /></a>
<a href='http://wille.blog.br/2010/09/chegada-a-buenos-aires/kdk_0701/' title='navio no rio da prata'><img width="300" height="225" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0701-300x225.jpg" class="attachment-medium" alt="Ponte sobre o Rio da Prata, há algumas horas de BsAs" title="navio no rio da prata" /></a>
<a href='http://wille.blog.br/2010/09/chegada-a-buenos-aires/kdk_0705/' title='av. 9 de julho'><img width="300" height="225" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0705-300x225.jpg" class="attachment-medium" alt="Av. 9 de julho, no dia em que eu cheguei" title="av. 9 de julho" /></a>
<a href='http://wille.blog.br/2010/09/chegada-a-buenos-aires/kdk_0709/' title='El Cabildo'><img width="300" height="225" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/kdk_0709-300x225.jpg" class="attachment-medium" alt="Café El Cabildo de Buenos Aires" title="El Cabildo" /></a>

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		<title>FISL 11 e Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 20 a 24 de julho, participei da 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre. O FISL esse ano me agradou mais do que a edição anterior. Percebi uma diversidade maior de temas na programação e acho que consegui escolher melhor as palestras do que no ano passado. Assisiti boas palestras sobre HTML5, ministradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 20 a 24 de julho, participei da 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre. O <a href="http://www.fisl.org.br">FISL</a> esse ano me agradou mais do que a edição anterior. Percebi uma diversidade maior de temas na programação e acho que consegui escolher melhor as palestras do que no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Assisiti boas palestras sobre HTML5, ministradas pela equipe da Fundação Mozilla, os quais mostraram alguns recursos que o HTML5 + javascript proporciona para o vídeo na web. Por falar em javascript, acho que essa é uma linguagem que vale a pena estudar  atualmente, pois abre muitas possibilidades quando usada com o HTML5.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-603 alignnone" title="encontro-lgm-br" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/encontro-lgm-br.jpg" alt="Encontro LGM Brasil" width="620" height="407" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um momento importante do FISL, foi o encontro <a href="http://LGM.SoftwareLivre.org ">LGM Brasil</a>, que reuniu algumas pessoas que colaboram/trabalham com softwares gráficos livres. Um dos temas discutidos foi a possibilidade de realizar o encontro LGM Internacional no Brasil em 2012. Consideramos que, a menos que consigamos um forte apoio de algum orgão estatal, seria muito difícil realizar o encontro aqui, pois boa parte dos desenvolvedores vivem na Europa e América do Norte. Como o custo das passagens é bastante alto e seria prejudicial para o LGM se muitos desenvolvedores não conseguirem vir. Além do encontro, a programação contou com várias palestras sobre os softwares gráficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vi uma excelente palestra sobre o <a href="http://www.osm.org">Open Street Map</a>, um projeto colaborativo para a criação de mapas sob licenças livres . O mapeamento pode ser feito por meio de um aparelho GPS ou pelo site do projeto, com base nas fotos de satélite que o Yahoo disponiblizou. Em cidades como Berlin e Londres, as informações do Open Street Map são mais completas do que as do Google Maps. O OSM foi a principal fonte de informação para as equipes humanitárias que atuaram no Haiti após o terremoto. Em apenas 48 horas, pessoas do mundo todo ajudaram a mapear grande parte da região atingida pelo terremoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-604 alignnone" title="mesa-licenciamento" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/mesa-licenciamento.jpg" alt="Mesa - Licenciamento de Software Livre" width="620" height="405" /><br />
Foi muito boa também a palestra do JS sobre <a href="http://www.fsfla.org/svnwiki/texto/drm-deliberdefect.pt">DRM</a>, as mesas &#8220;Professor, um jeito hacker de ser&#8221;, composta  por <a href="http://pretto.info">Nelson Pretto</a>, <a href="http://www.trezentos.blog.br/?author=1">Sérgio Amadeu</a> e <a href="http://nossacibervida.blogspot.com/">Adriano Teixeira</a>, e a de licenciamento de software livre, as lightning talks do pessoal da <a href="http://horaextra.org/">#horaextra</a>, entre outras&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Em Porto Alegre, não consegui visitar muitos lugares, pois a programação diária do FISL foi de 12h. Este ano, o clima estava menos frio do que no ano passado. O ruim foi  que nos dois primeiros dias choveu bastante e o sol praticamente não  apareceu. Como fiquei hospedado no centro da cidade caminhei bastante por lá e aproveitei para conhecer o mercado público (mas esqueci de fazer fotos). Quando eu retornar da Argentina e Uruguai, pretendo passar pelo menos um dia andando por PoA.</p>
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