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	<title>wille.blog.br &#187; tech</title>
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	<description>software livre, vídeo, colaboração, viagens...</description>
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		<title>Como copiar vídeos de qualquer site e em qualquer formato para o seu computador</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 23:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[software.livre]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tutoriais]]></category>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo, postei aqui no blog uma forma bem fácil de copiar vídeos do youtube no GNU/Linux. Bastava esperar o vídeo carregar no navegador e ir lá no /tmp/ e copiar o arquivo pra outra pasta. Eu usava bastante isso. Porém com uma mudança no plugin do Adobe Flash e com o uso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo, postei <a title="a forma mais fácil de baixar vídeos do You Tube" href="http://wille.blog.br/2008/05/a-forma-mais-facil-de-baixar-videos-do-you-tube/">aqui no blog</a> uma forma bem fácil de copiar vídeos do youtube no GNU/Linux. Bastava esperar o vídeo carregar no navegador e ir lá no /tmp/ e copiar o arquivo pra outra pasta. Eu usava bastante isso. Porém com uma mudança no plugin do Adobe Flash e com o uso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML5">HTML5</a> no <a href="www.youtube.com/html5">You Tube</a>, essa técnica passou a não funcionar mais.</p>
<p>Há uns meses, <a href="http://blog.liquuid.net/2011/03/26/como-salvar-um-video-do-youtube-no-novo-flash-plugin/">Liquuid postou em seu blog</a> como copiar vídeos carregados com o novo plugin Flash, porém descobri uma forma mais fácil e rápida e que funciona também com vídeos em sites que já estão utilizando HTML5.</p>
<p>Primeiro espere o vídeo ser carregado totalmente no <a href="http://getfirefox.com/">Firefox</a> (creio que essas instruções funcionam em outros navegadores também, desde que rodando no GNU/Linux). Quando finalizar o carregamento, execute o comando:</p>
<p><code>ps aux | grep firefox</code></p>
<p>O resultado será algo parecido com isso:</p>
<p><code>wille     <strong>1366</strong>  9.7 17.9 1511896 547344 ?      Sl   17:42  13:17 firefox<br />
wille     <strong>1444</strong>  3.8  2.9 592744 90248 ?        Sl   17:42   5:16 /usr/lib/firefox/plugin-container /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so -greomni /usr/lib/firefox/omni.jar 1366 plugin<br />
wille     2648  0.0  0.0   8576  1016 pts/0    S+   19:58   0:00 grep firefox</code></p>
<p>Preste atenção nos números em negrito. São os números de processo do firefox e do plugin flashplayer, respectivamente.  Daí, basta abrir o diretório <strong>/proc/1366/fd/</strong> ou o<strong> /proc/1444/fd/ </strong>no Gerenciador de Arquivos e, pelo ícone do arquivo, é possível identificar qual é o arquivo do vídeo que está carregado no Firefox. Uma dica: se o vídeo foi carregado com HTML5, geralmente ele está no diretório do processo do firefox, se foi carregado com flashplayer, tá no outro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-824" title="observe o ícone diferente no nautilus" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/nautilus.jpg" alt="nautilus abrindo o diretório citado acima" width="500" height="299" /></p>
<p>Porém, não dá pra usar o Nautilus para copiar, pois esse arquivo que aparece na tela é apenas um link para um outro arquivo que já foi deletado, assim utilize o terminal para fazer a cópia (quem não sabe copiar pelo terminal, estude o comando <strong>cp</strong>).</p>
<p>É bom lembrar que esse tutorial é válido para qualquer site de vídeo, não apenas o You Tube.</p>
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		<title>Configurando Xerox Phaser 3428 no GNU/Linux</title>
		<link>http://wille.blog.br/2010/03/configurando-xerox-phaser-3428-no-gnulinux/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[software.livre]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[gnulinux]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa semana tive problemas para configurar a impressora de rede Xerox Phaser 3428 na minha máquina do trabalho. A impressora era reconhecida, mas não aceitava os trabalhos enviados. Pesquisei um pouco e encontrei a solução: adicione a impressora normalmente, porém escolha o driver Xerox Phaser 3450, ao invés do 3420 ou 3425, como mostrado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa semana tive problemas para configurar a impressora de rede Xerox Phaser 3428 na minha máquina do trabalho. A impressora era reconhecida, mas não aceitava os trabalhos enviados. Pesquisei um pouco e encontrei a solução: adicione a impressora normalmente, porém escolha o driver Xerox Phaser 3450, ao invés do 3420 ou 3425, como mostrado na imagem abaixo. Testado no Ubuntu 9.10.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-568 aligncenter" title="phaser-3428-3450" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/phaser-3428-3450.png" alt="Configuração da Xerox Phaser 3428" width="550" height="358" /></p>
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		<title>A volta por cima do Pirate Bay</title>
		<link>http://wille.blog.br/2009/08/a-volta-por-cima-do-pirate-bay/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
		<category><![CDATA[pirate bay]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[torrent]]></category>

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		<description><![CDATA[No início de julho, saiu a notícia de que o Pirate Bay seria vendido para uma empresa por 5,5 milhões de euros. Muitos criticaram os membros do PB por isso, alegando que eles aceitaram a intimidação das organizações anti-compartilhamento e estariam pulando fora do barco. Nos últimos dias, porém, algumas evidências indicam que os membros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-417 aligncenter" title="pirate bay" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/news-pirate_bay-3.jpg" alt="pirate bay" width="450" height="269" /></p>
<p style="text-align: justify;">No início de julho, saiu a notícia de que o <a href="http://thepiratebay.org/">Pirate Bay</a> seria vendido para uma empresa por 5,5 milhões de euros. Muitos criticaram os membros do PB por isso, alegando que eles aceitaram a intimidação das organizações anti-compartilhamento e estariam pulando fora do barco.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias, porém, algumas evidências indicam que os membros do Pirate Bay se preocuparam em criar meios para que todo o trabalho realizado por eles não seja simplesmente perdido, mas sim que possa gerar frutos de forma livre e anárquica. Desta forma, o tiro lançado contra o Pirate Bay pode até matar o site, porém já espalhou esporos por todo lado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos às evidências:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Foi publicado no Pirate Bay, de forma anônima, um torrent contendo um backup completo do site, incluindo todos os torrents lá hospedados. Isto permite que cópias do site possam ser criadas livremente. Já existe uma cópia online em <a href="http://tracker.btarena.org">http://tracker.btarena.org</a>. Já o torrent com o backup do Pirate Bay está em <a href="http://thepiratebay.org/torrent/5053827">http://thepiratebay.org/torrent/5053827</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Apareceram alguns trackers anônimos, que não exigem registro de usuários nem upload e indexação de torrents. Estes novos trackers são importantes por descentralizar a hospedagem dos arquivos .torrent, dificultando desta forma as ações repressivas por parte da indústria cinematográfica e musical. Em vez de ter um site centralizando a distribuição dos .torrent, qualquer blog ou site pode fazer esta tarefa. O tracker OpenBitTorrent já foi adicionado a todos os torrents hospedados no Pirate Bay.</p>
<p style="text-align: justify;">Para usar os novos trackers, basta adicionar as seguintes URL&#8217;s no .torrent.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://openbittorrent.com/">OpenBitTorrent</a></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>http://tracker.openbittorrent.com/announce<br />
udp://tracker.openbittorrent.com:80/announce</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://publicbt.com/">PublicBitTorrent</a></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>http://tracker.publicbt.com:80/announce<br />
udp://tracker.publicbt.com:80/announce</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://z6gw6skubmo2pj43.tor2web.com">HiddenTracker</a></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>http://z6gw6skubmo2pj43.onion:8080/announce</p>
<p>http://z6gw6skubmo2pj43.tor2web.com:8080/announce</p></blockquote>
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		<title>os 10+ da linha de comando!</title>
		<link>http://wille.blog.br/2008/04/linha-de-comando/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 22:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>
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		<description><![CDATA[Execute o comando: history&#124;awk &#8216;{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] &#8221; &#8221; i}}&#8217;&#124;sort -rn&#124;head -n 10 e veja quais os dez comandos mais utilizados no terminal do gnu/linux. O meu resultado foi: 68 su 60 mplayer 28 cd 27 df 26 ffmpeg 20 top 15 xine 15 man 15 ls 15 gmplayer O número ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Execute o comando:</p>
<blockquote><p><strong>history|awk &#8216;{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] &#8221; &#8221; i}}&#8217;|sort -rn|head -n 10</strong></p></blockquote>
<p>e veja quais os dez comandos mais utilizados no terminal do gnu/linux. O meu resultado foi:</p>
<blockquote><p>68 su<br />
60 mplayer<br />
28 cd<br />
27 df<br />
26 ffmpeg<br />
20 top<br />
15 xine<br />
15 man<br />
15 ls<br />
15 gmplayer</p></blockquote>
<p>O número ao lado mostra o número de vezes que eles foram executados. Alguns comandos como o xine, gmplayer e ffmpeg eu nem utilizo tanto, mas nos últimos dias tentei resolver uns problemas nesses softwares, o que fez as estatísticas subirem&#8230; Uso muito o <strong>df -h</strong> pra ver o espaço livre no hd e pendrives e o <strong>top</strong> pra monitorar o que tá acontecendo na máquina.</p>
<p>A dica veio do <a href="http://www.liquuid.net/">Liquuid</a> na lista de discussão <a href="http://lista.metareciclagem.org/">MetaReciclagem</a>.</p>
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		<title>links</title>
		<link>http://wille.blog.br/2006/11/links/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 14:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[diário]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Tô disposto a reativar esse blog. Vou começar com uns links, depois escrevo sobre as oficinas que eu venho fazendo em Alagoas e Sergipe e também sobre umas produções em vídeo e áudio.  Tô usando o Gallery do MetaReciclagem pra colocar as fotos das Oficinas. O endereço do meu álbum é http://metareciclagem.org/gallery/v/Wille/ Fiz um flickr, mas lá tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tô disposto a reativar esse blog. Vou começar com uns links, depois escrevo sobre as oficinas que eu venho fazendo em Alagoas e Sergipe e também sobre umas produções em vídeo e áudio.</p>
<p> Tô usando o <a href="http://gallery.metareciclagem.org">Gallery</a> do <a href="http://metareciclagem.org">MetaReciclagem</a> pra colocar as fotos das Oficinas. O endereço do meu álbum é <a href="http://metareciclagem.org/gallery/v/Wille/">http://metareciclagem.org/gallery/v/Wille/</a></p>
<p>Fiz um <a href="http://www.flickr.com/photos/willemarcel">flickr</a>, mas lá tem a limitação de só poder organizar as fotos em três albuns, então preferi ficar com o sistema metarec que é mais livre!!!</p>
<p> Uso também o <a href="http://links.metareciclagem.org/">http://links.metareciclagem.org</a> que é onde eu guardo meus sites favoritos. Meus links estão na página <a href="http://metareciclagem.org/links/bookmarks.php/wille">http://metareciclagem.org/links/bookmarks.php/wille</a>.</p>
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		<title>https:// high tech total popular stickers</title>
		<link>http://wille.blog.br/2006/08/https-high-tech-total-popular-stickers/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2006 14:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei uns stickers feitos por André Lemos e Mari Fiorelli. Esse foi o que eu mais gostei. Veja mais&#8230;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/https/img_cyborg.jpg" alt="Você é um Cyborg!" align="middle" /></p>
<p>Achei uns stickers feitos por <a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/">André Lemos</a> e Mari Fiorelli. Esse foi o que eu mais gostei. <a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/https/index.htm">Veja mais&#8230;.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rituais geeks</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2006 23:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[software.livre]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de me registrar no Linux Counter, sou o usuário GNU/Linux de número 423063. Ontem me registrei no Jabber, um mensageiro intantâneo livre (que substitui aquele da micro$oft&#8230;). O meu nome de usuário é willem (arroba) jabber,org]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de me registrar no <a href="http://www.counter.li.org">Linux Counter</a>, sou o usuário GNU/Linux de número 423063. Ontem me registrei no <a href="http://www.jabber.org">Jabber</a>, um mensageiro intantâneo livre (que substitui aquele da micro$oft&#8230;). O meu nome de usuário é willem (arroba) jabber,org</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Caminhando por caminhos livres&#8221;</title>
		<link>http://wille.blog.br/2006/07/caminhando-por-caminhos-livres/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2006 11:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wille</dc:creator>
				<category><![CDATA[diário]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[gnulinux]]></category>
		<category><![CDATA[relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo, acho que lá pelo ano 2000, eu já ouvia falar do Linux, um sistema operacional alternativo ao ruindow$ que eu sempre via nas bancas de revista. Naquela época, eu ainda não tinha conhecimento sobre o que era software livre, mas já sentia vontade de experimentar o Linux, principalmente porque nunca estava satisfeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo, acho que lá pelo ano 2000, eu já ouvia falar do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>, um sistema operacional alternativo ao ruindow$ que eu sempre via nas bancas de revista. Naquela época, eu ainda não tinha conhecimento sobre o que era software livre, mas já sentia vontade de experimentar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>, principalmente porque nunca estava satisfeito com o desempenho do ruindow$ no AMD K6-II que eu tinha. No entanto, o medo foi maior e eu não cheguei a comprar uma daquelas revistas que traziam o CD do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>.Passados alguns anos, eu já estava na universidade, já havia conhecido pessoas do movimento pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SoftwareLivre" target="_blank">software livre</a> e já tinha perdido o medo. Quando comprei um computador, decidi usar apenas o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a>. O vendedor da loja me chamou de louco quando eu falei que queria que meu computador fosse entregue sem ruindow$ no HD, mas eu segui em frente&#8230;</p>
<p>Assim que o computador foi entregue em minha casa, instalei o <a href="http://www.fedora.org.br" target="_blank">Fedora Core 4</a> sem dificuldades. O conhecimento que eu tinha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a> era quase nenhum, no entanto a ideologia do software livre me fez seguir em frente e fui aprendendo a utilizar o sistema e superando os problemas que apareciam.</p>
<p>Na mesma época em que eu comprei o computador (agosto de 2005), participei de uma oficina de produção multimídia em software livre realizada em Aracaju pelo projeto Pontos de Cultura do Ministério da Cultura. Há algumas semanas, eu havia começado um curso de iniciação ao audiovisual num ponto de cultura daqui e a oficina fazia parte da programação desse projeto. Foi aí que conheci toda a ideologia presente na construção do projeto Pontos de Cultura e passei a admirá-lo bastante a partir de então.</p>
<p>Depois da oficina, continuei aprendendo mais sobre o Linux&#8230; Sempre que tinha alguma dúvida, eu procurava ajuda na comunidade da <a href="http://www.fedora.org.br" target="_blank">Fedora Core Brasil</a> ou no Google mesmo. Em pouco tempo, eu já estava compartilhando o conhecimento que eu tinha e ajudando outras pessoas com dúvidas na utilização do GNU/Linux e de outros softwares livres.</p>
<p>Meses depois, participei do Encontro de Conhecimentos Livres em Cachoeira/BA onde foram realizadas oficinas de vídeo, áudio e gráfico em software livre e também de <a href="http://www.metareciclagem.org" target="_blank">metareciclagem</a>, mas dessa vez com mais tempo e muito mais conhecimento compartilhado.</p>
<p>E assim o pinguim virou um grande companheiro&#8230;</p>
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