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Novos livros

“Pra ser sincero”, de Humberto Gessinger, um dos artistas que eu mais admiro. É um livro sobre a trajetória deste com os Engenheiros do Hawaii e agora com o Pouca Vogal. Contém comentários sobre cada ano de carreira e cada um dos discos e sobre algumas das 123 músicas cujas letras estão no livro. Comprei na promoção de pré-venda e recebi o livro autografado por Gessinger e ainda uma camiseta comemorativa.

Em janeiro, também comprei o “Na natureza selvagem” e o “Mar sem fim”. O primeiro, mesmo não sendo como eu esperava, gostei muito! Conta a história de Chris McCandless, um cara que abandona carro, carreira e família e começa a viver viajando de carona pelos EUA, até que decide ir passar um verão isolado no Alaska.

Eu já havia visto o filme há mais de um ano e esperava que o livro tivesse uma linguagem literária, no entanto, ele tende pra algo mais documental, próximo de uma grande reportagem. Mesmo assim, vale muito a pena ler, ver o filme e baixar a trilha sonora, composta e gravada pelo Eddie Vedder.

Já o “Mar sem fim”, eu vou começar nas próximas semanas. Este é o único livro do Amyr Klink que eu ainda não li. O tema deste é a volta ao mundo realizada por Klink, navegando em solitário num veleiro abaixo da convergência antártica.

Tenho me interessado por livros sobre viajantes aventureiros. O próximo que quero ler é o diário da viagem de Che Guevara pela América do Sul.

Ciclos

Datas pra mim não fazem muito sentido. Não valorizo muito aniversários e viradas de ano. Às vezes, nosso calendário interno tá bem diferente do calendário do mundo. Esse início de ano foi assim. Mudou o ano, mas eu não tinha nada de novo para me propor, apenas alguns planos já meio antigos que preciso me organizar para pôr em prática.

Uma coisa que percebi é que minha forma de viver é mais cíclica que linear e essa parece ser uma forma bem mais interessante de observar o tempo.  Os ciclos deixam mais claro que tudo está em mutação permanente. Como as estações do ano e as fases da lua que vão se alternando e se repetindo, mas sempre avançando no tempo.

Eu costumo alternar entre ciclos de preguiça e de hiperatividade, de cuidado e de descuido, de gostar muito de uma coisa e depois de outra. Gosto de deixar o cabelo crescer bastante e depois cortar bem baixo. De deixar a barba crescer e depois tirá-la por completo Assim vou alternando entre os vários eus…

Itacaré

Dois dias em Itacaré recarregando as energias com praia, água de coco, cochilos na rede e música.

Apesar de um pouco longa, a viagem de ônibus foi um das mais relax que eu já fiz. O segredo? Um cartão de memória de 4 GB no celular com muita música (inclusive o disco novo do Pouca Vogal), um livro e nenhuma preocupação com horários, trabalho, estudos e qualquer outro compromisso.

Hebert de perto

cartaz-hebert

Gostei muito desse documentário. Consegue abordar de maneira muito íntima a vida do Hebert Viana e o quão pessoal são as letras das músicas dos Paralamas. Ver o Hebert no início da banda me fez relembrar a adolescência e o quanto eu usava a música pra extravasar minhas emoções.

a rua

a-rua-que-eu-moro

Essa é a rua na qual eu moro. Nem sempre é tão calma assim… Nos fins de semana tem o movimento no bar do César. Geralmente, tem mais vizinhos conversando nas calçadas e mais carros estacionados. Uma segunda-feira dessas, consegui registrar esse momento da rua quase deserta.

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