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	<title>wille.blog.br &#187; animação</title>
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		<title>Blender Day Salvador</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 12:34:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sábado participei do Blender Day, em Salvador. O evento teve o objetivo de divulgar o Blender, um software livre para criação de conteúdo 3D, como animações, efeitos especiais em vídeo e games, e a Blender Pro, o principal evento a respeito do Blender no Brasil. Lá no Blender Day, também apresentei uma palestra, na qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sábado participei do Blender Day, em Salvador. O evento teve o objetivo de divulgar o Blender, um software livre para criação de conteúdo 3D, como animações, efeitos especiais em vídeo e games, e a Blender Pro, o principal evento a respeito do Blender no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá no Blender Day, também apresentei uma palestra, na qual falei um pouco sobre o histórico do Blender, do desenvolvimento do Blender enquanto software livre e de alguns outros aspectos da pesquisa que fiz na minha <a href="http://wille.blog.br/2008/04/software-livre-bazar-e-computacao-grafica-o-caso-do-blender/">monografia</a> de conclusão de curso.</p>
<p style="text-align: justify;">Download da apresentação que fiz pro Blender Day: <a href="http://wille.wordpress.com/files/2009/08/slides-blenderday.pdf">formato PDF</a> / <a href="http://wille.wordpress.com/files/2009/08/slides-blenderday.pdf">formato ODP (OpenOffice)<br />
</a></p>
<p><a href="http://wille.wordpress.com/files/2009/08/slides-blenderday.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-407" title="apresentacao-blender" src="http://wille.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/apresentacao-blender.png" alt="apresentacao-blender" width="550" height="309" /></a></p>
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		<title>Software livre, bazar e computação gráfica: o caso do Blender</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 04:22:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fiz a apresentação oral da minha monografia na última segunda-feira, dia 07/04. Gostei bastante do resultado, acho que consegui atingir grande parte dos objetivos e o debate com os professores que fizeram parte da banca de avaliação foi bem rico e produtivo. A banca avaliou positivamente meu trabalho e fiquei feliz pelo fato dele já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz a apresentação oral da minha monografia na última segunda-feira, dia 07/04. Gostei bastante do resultado, acho que consegui atingir grande parte dos objetivos e o debate com os professores que fizeram parte da banca de avaliação foi bem rico e produtivo. A banca avaliou positivamente meu trabalho e fiquei feliz pelo fato dele já está gerando frutos na universidade, já que o professor que ministra a disciplina &#8220;Computação Gráfica&#8221; no curso de ciência de computação da UFS disse que irá utilizar o Blender nas próximas turmas da disciplina!</p>
<p>O título da monografia é &#8220;<strong>Software livre, bazar e computação gráfica: o caso do Blender</strong>&#8220;. E o objetivo geral da pesquisa foi analisar quais os recursos oferecidos pelo Blender, em relação à produção de animações 3D, e também analisar os fatores que influenciaram o processo de desenvolvimento do software.</p>
<p>Pretendo, em breve, postar aqui no blog alguns resultados que eu obtive com a pesquisa. Mas, quem quiser, já pode <a href="http://wille.files.wordpress.com/2008/04/monografia-blender-wille.pdf">baixar o PDF</a> com o texto completo da monografia. Comentários são bem vindos.</p>
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		<title>Pesquisa Blender</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 12:54:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como falei num post anterior, tô fazendo a pesquisa em torno do uso e do desenvolvimento do Blender para minha monografia. Hoje acabei de publicar os formulários da minha pesquisa de campo, que visam traçar um perfil dos usuários de Blender e também analisar como estes avaliam e contribuem para o aperfeiçoamento do software. Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como falei num post anterior, tô fazendo a pesquisa em torno do uso e do desenvolvimento do Blender para minha monografia. Hoje acabei de publicar os formulários da minha pesquisa de campo, que visam traçar um perfil dos usuários de Blender e também analisar como estes avaliam e contribuem para o aperfeiçoamento do software.</p>
<p>Quem for usuário de Blender, acesse a página:</p>
<p><a href="http://pesquisablender.myurl.com.br/">http://pesquisablender.myurl.com.br/</a></p>
<p>e responda algumas perguntas&#8230; é bem rápido!</p>
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		<title>Opencity &#8211; projeto de animação em software livre</title>
		<link>http://wille.blog.br/2007/09/opencity-projeto-de-animacao-em-software-livre/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 16:50:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Descobri hoje o Opencity, um projeto aqui do Brasil que pretende produzir algumas animações 2D utilizando software livre. &#8220;OpenCity é um projeto idealizado por André Wyzykowski e feito por toda a comunidade fanática por Linux e aplicativos OpenSource. Nele apresentamos um desenho animado 100% feito por ferramentas livres, com o objetivo de demonstrar o poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri hoje o <a href="http://opencity.whbrasil.com/">Opencity</a>, um projeto aqui do Brasil que pretende produzir algumas animações 2D utilizando software livre.</p>
<p>&#8220;<em><a href="http://opencity.whbrasil.com/">OpenCity</a> é um projeto idealizado por André Wyzykowski e feito por toda a comunidade fanática por Linux e aplicativos OpenSource. Nele apresentamos um desenho animado 100% feito por ferramentas livres, com o objetivo de demonstrar o poder das nossas ferramentas de criação , além de  propagar as idéias  de uma forma clara e objetiva para os usuários que estão migrando para a plataforma aberta.</em>&#8220;</p>
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		<title>Efeito open source</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 19:22:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa semana foi publicada uma entrevista de Linus Torvalds na Computer World. A entrevista aborda diversos assuntos em torno do Linux, mas o que eu achei mais interessante foram as reflexões de Linus Torvalds a respeito de como o Linux se beneficiou do fato de ter o código fonte aberto. &#8220;CW – Como é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana foi publicada uma entrevista de Linus Torvalds na <a href="http://www.softwarelivre.org/news/9721" target="_blank">Computer World</a>. A entrevista aborda diversos assuntos em torno do Linux, mas o que eu achei mais interessante foram as reflexões de Linus Torvalds a respeito de como o Linux se beneficiou do fato de ter o código fonte aberto.</p>
<p><em>&#8220;CW – Como é que o Linux enquanto produto foi beneficiado pelo release (público)? </em></p>
<p><em>Torvalds – Bom, muito claramente, caso não o tivesse tornado público, teria sido apenas mais um dos meus pequenos projetos, sendo usado nas minhas máquinas, mas eventualmente teria sido deixado de lado sob um argumento do tipo: “é uma projeto bacana, mas deixa eu ver o que mais posso fazer”. O Linux não teria ido a lugar algum não fosse a abertura do código-fonte.&#8221;</em></p>
<p>Algo parecido aconteceu com o <a href="http://www.blender.org" target="_blank">Blender</a>. Em 1998, o Blender começou a ser desenvolvido por uma empresa chamada NaN. O objetivo da NaN era criar uma plataforma de modelagem 3D e animação de nível profissional e que fosse distribuída gratuitamente, porém com o código fonte fechado. A empresa conseguiu vários investidores que financiaram o desenvolvimento do Blender e, no ano 2000, tinha cerca de 250.000 usuários registrados do software.</p>
<p>Porém, esse modelo de negócio não estava conseguindo sustentar a empresa e, em 2001, ela partiu para a venda de softwares, lançando nas lojas o Blender Publisher. No entanto, as vendas do Blender não foram satisfatórias e a NaN acabou indo à falência.</p>
<p>No ano de 2002, Tom Roosendaal, um dos fundadores da NaN, criou a Blender Foundation e iniciou uma campanha para arrecadar dinheiro, comprar os direitos autorais sobre o código fonte do Blender e o liberar como software livre.</p>
<p>A partir daí o Blender conseguiu reunir vários voluntários e hoje é um software de alta qualidade técnica. Ou seja, não fosse a abertura do código fonte, o Blender não teria ido a lugar nenhum.</p>
<p>Outro ponto interessante da entrevista é o que Linus fala do uso comercial do Linux.</p>
<p><em>&#8220;O fato é que desde o início interesse comercial era muito importante. As distribuições comerciais foram o que atraiu um monte de ótimos instaladores, e forçou as pessoas a melhorar a usabilidade. Por isso acredito que os usuários comerciais do Linux têm sido muito importantes para aprimorar o produto. Eu sei que todo o pessoal técnico envolvido tem sido de enorme importância, mas penso que o tipo de uso comercial que se pode obter com o GPLv2 também é importante – é preciso manter um equilíbrio entre a tecnologia pura e as necessidades que os usuários trazem através do mercado.&#8221;</em></p>
<p>Essa relação do Linux com o mercado é um tema que causa muitas discussões nas comunidades de software livre e é um dos pontos que eu pretendo estudar na minha monografia, a qual vai tratar do Blender e de mais alguns assuntos relacionados à forma como ele se desenvolveu.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><a href="http://computerworld.uol.com.br/mercado/2007/08/09/idgnoticia.2007-08-08.5994055076" target="_blank">Entrevista de Linus Torvalds</a></p>
<p><a href="http://walkercreations.org/blender/Unit%201%20-%20Basic%20Blender%20Navigation/00%20Blender%20History.doc" target="_blank">Blender History</a></p>
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		<title>Análise do MUAN</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 14:59:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O MUAN é um software livre para animação Stop Motion desenvolvido pelo IMPA/Visgrap em parceria com o Anima Mundi. Instalei o MUAN 8.1 no Slackware 11.0 e fiz alguns testes do software. Instalação Na página do MUAN estão disponíveis o código fonte do software e um pacote binário rpm. Primeiro tentei instalar compilando o código [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">O <a href="http://www.muan.org.br" target="_blank"><strong>MUAN</strong></a> é um software livre para animação Stop Motion desenvolvido pelo IMPA/Visgrap em parceria com o Anima Mundi. Instalei o MUAN 8.1 no <em>Slackware 11.0</em> e fiz alguns testes do software.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong><a href="http://wille.files.wordpress.com/2007/07/muan_ae_pt.jpg" title="interface muan_ae"></a>Instalação</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">Na página do MUAN estão disponíveis o código fonte do software e um pacote binário rpm. Primeiro tentei instalar compilando o código fonte, mas não consegui, depois baixei o rpm, converti para <em>tgz</em> com a ferramenta <em>rpm2tgz</em> e instalei com <em>installpkg</em>. A localização dos executáveis após a instalação é um pouco confusa, em vez de <em>/usr/bin/</em>, os executáveis são enviados para o diretório <em>/usr/local/share/muan/</em>. Quando digitei muan no terminal, apareceu a mensagem de comando não existente. Então abri os pacotes de instalação e descobri o local onde os executáveis foram instalados. Seria bom que na próxima versão do MUAN isso fosse corrigido ou que pelo menos um link fosse criado em <em>/usr/bin</em>.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>Testes</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>- Documentação e Interface</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><a href="http://wille.files.wordpress.com/2007/07/muan_ae_pt.jpg" title="interface muan_ae"><img src="http://wille.files.wordpress.com/2007/07/muan_ae_pt.jpg" alt="interface muan_ae" style="width:230px;height:182px;" align="left" height="289" width="265" /></a>O MUAN é bem simples de usar e a documentação que o acompanha é bastante completa. O MUAN tem duas opções de interface, o que é muito interessante: a <em>muan_ae</em> e a <em>muan_os</em>. A <em>muan_a</em>e traz todos os botões e menus em uma única janela e é mais adequada para os iniciantes. Já a <em>muan_os</em> traz todos os recursos da outra interface dividida em cinco janelas independentes e proporciona ao usuário maior liberdade na personalização da interface.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>- Modo memória</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">Como eu não tinha uma câmera disponível para testar a captura de imagens, primeiro fiz testes na função Memória, trabalhando com imagens que já estavam em meu computador. Senti falta da possibilidade de escolher o número de fotografias a serem exibidas em cada segundo. Apesar de o MUAN apresentar, na janela de preferências, a possibilidade de determinar a duração padrão de cada frame, esta opção não funciona no modo memória. Dessa forma, para modificar o tempo de exibição de cada fotografia é necessário realizar a alteração para cada uma destas, o que torna o trabalho cansativo quando se está trabalhando com um grande número de <span>frames.</span> Além disso, seria interessante que o MUAN também suportasse imagens no formato <em>PNG</em>.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>- Modo câmera</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">O MUAN é compatível com câmeras com interface <em>firewire</em> e com dispositivos <em>video4linux</em> (<em>v4l</em>), como webcam&#8217;s e placas de captura analógica. Utilizei uma webcam <em>Go Tec</em> nos testes. A velocidade de captura das imagens é bem rápida, praticamente instantânea (muito melhor do que em alguns softwares que eu já tinha visto rodar em <em>window$</em>). Seria legal que as próximas versões possibilitassem o controle sobre alguns parâmetros da imagem (brilho, contraste, balanço de cores, etc). O MUAN traz a ferramenta <em>Flipar</em>, a qual alterna entre a última foto capturada e a imagem que está sendo recebida pela câmera, e é bastante útil para analisar o movimento presente entre dois frames da animação. </font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>- Exportação</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">O MUAN pode exportar as animações em MPEG (<em>codec mpeg1</em>) ou em AVI (<em>codec dvvideo</em>), o qual é muito bem suportado pelo <a href="http://estudiolivre.org/Cinelerra" target="_blank">Cinelerra</a> (principal software livre para edição de vídeo). A exportação em formato de vídeo era um problema em outros softwares livres para stopmotion e esse problema o MUAN resolveu definitivamente. Além disso, o MUAN pode exportar também a seqüência de imagens em <em>JPEG</em>.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>Análise geral</strong></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif">O MUAN é um software que, apesar de já estar num nível muito bom, ainda pode melhorar bastante. O maior problema do MUAN é não possibilitar a alteração da taxa de frames de forma rápida e prática.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western" align="justify"><font face="Lucida Sans, sans-serif"><strong>Site oficial:</strong> <a href="http://www.muan.org.br">http://www.muan.org.br</a></font></p>
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		<title>terremoto.gif</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 13:54:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://estudiolivre.org/repo/3617_401-terremoto.gif" alt="terremoto gif animado" height="375" width="500" /></p>
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		<title>Animação e Software Livre</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2007 09:01:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando falo de software livre, gosto de enfatizar a questão da liberdade. Software livre não é software gratuito, nem é feito para apenas se economizar dinheiro com licenças ou para ser utilizado em servidores. Além de estar disponível gratuitamente na Internet, de possibilitar que as pessoas e os governos não mais sustentem empresas que lucram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.gnu.org" title="Projeto GNU" target="_blank"><img src="http://www.gnu.org/graphics/gnu-head-banner.png" alt="Projeto GNU" align="left" height="99" hspace="5" width="94" /></a>Quando falo de software livre, gosto de enfatizar a questão da liberdade. Software livre não é software gratuito, nem é feito para apenas se economizar dinheiro com licenças ou para ser utilizado em servidores. Além de estar disponível gratuitamente na Internet, de possibilitar que as pessoas e os governos não mais sustentem empresas que lucram com o aprisionamento do conhecimento e de ter conseguido o mérito de estar presente em mais de 70% dos servidores web do mundo, o software livre se caracteriza por quatro liberdades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A liberdade de se utilizar o programa para qualquer fim. A liberdade de copiar o programa e distribuir cópias para outras pessoas. A liberdade de modificar o programa, para isso é necessário que o código fonte seja disponibilizado. A liberdade de redistribuir as modificações feitas no programa, desde que essas quatro liberdades sejam mantidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O fato de ser desenvolvido em comunidade e de o conhecimento ser compartilhado, faz com que os softwares avancem de forma rápida, pois o trabalho de um(a) desenvolvedor(a) começa no ponto em que o/a outro/a parou e, dessa forma, <em>a roda não precisa ser reinventada </em>a cada vez que se faz um software.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Sendo assim, o software livre e sua ideologia tem chegado às mais distintas áreas do conhecimento humano. Hoje temos softwares livres para educação, astronomia, escritório, comércio, Internet e muitas outras áreas. Na área de multimídia, além de softwares livres para produção gráfica e gravação, edição e produção de áudio e vídeo, vemos a eclosão de um movimento de Cultura Livre. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O termo Cultura Livre se refere a músicas, vídeos, filmes, textos, fotografias e demais bens culturais licenciados de forma que permitam a cópia, a difusão e a utilização na criação de outras obras. Atualmente, já temos inúmeros sites voltados para a distribuição de músicas e vídeos livres que poderão, entre outras possibilidades, ser sampleados e utilizados na criação de outras músicas e outros vídeos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">São muito também os softwares livres disponíveis para trabalho multimídia e o desenvolvimento destes tem sido acelerado. Softwares como <a href="http://www.estudiolivre.org/Gimp" target="_blank">Gimp</a>, <a href="http://www.InkscapeBrasil.org" target="_blank">Inkscape</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/Kino" target="_blank">Kino</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/Cinelerra" target="_blank">Cinelerra</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/Audacity" target="_blank">Audacity</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/Ardour" target="_blank">Ardour</a> e <a href="http://www.estudiolivre.org/Jack" target="_blank">Jack</a>, entre outros, possibilitam a criação de conteúdo de alta qualidade técnica em áudio, vídeo e gráfico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><img src="http://orange.blender.org/wp-content/uploads/2006/05/edscore_cover_l.jpg" alt="Elephats dream" align="left" height="178" hspace="5" width="178" />Para animação, o principal destaque é o <a href="http://www.estudiolivre.org/Blender" target="_blank">Blender</a>, um software voltado para modelagem e animação 3D e criação de games, que se encontra num estágio de desenvolvimento bastante avançado. Em maio de 2006 foi lançada a animação “<a href="http://www.elephantsdream.org" target="_blank">Elephants Dream</a>”, fruto do Orange Open Movie Project, um projeto concebido pela Blender Foundation e pelo Netherlands Media Art Institute com o intuito de ajudar a desenvolver as capacidades do Blender. O Orange Open Movie Project disponibiliza o download no site <a href="http://orange.blender.org/">http://orange.blender.org</a> não apenas da animação finalizada, como do <em>making of</em>, de todos os sons utilizados e dos arquivos de projeto da animação, compartilhando, dessa forma, não apenas o produto, mas todo o conhecimento produzido pelo projeto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Já na parte de animação 2D, os softwares ainda não se encontram tão bem desenvolvidos. No caso de animação stopmotion ou cujos movimentos não precisam ser produzidos pelo computador, os softwares <a href="http://developer.skolelinux.no/info/studentgrupper/2005-hig-stopmotion/" target="_blank">Stopmotion</a>, Gimp e Cinelerra cumprem bem a função. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O Gimp permite animar uma seqüência de imagens e exportar como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GIF" target="_blank">GIF</a>. Já o Stopmotion, como o nome já diz, é voltado para stopmotion. Sua interface é bem simples e permite exportação em alguns formatos de vídeo. O Cinelerra, por sua vez, até possibilita criação de movimento, mas por não ter sido planejado exclusivamente para isso, torna o trabalho de animação um pouco cansativo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Temos também o <a href="http://www.estudiolivre.org/Jahshaka" target="_blank">Jahshaka</a>, um software para pós-produção de vídeo que traz recursos de animação. O Jahshaka apesar de ainda estar nas primeiras versões, possibilita a animação através da utilização de camadas sobrepostas e do uso de keyframes de zoom, de rotação e de deslocamento vertical e horizontal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:6pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">No entanto, a maior falta que sentimos é de uma alternativa consistente ao flash. Os projetos existentes, como <a href="http://qflash.sf.net/" target="_blank">QFlash</a>, <a href="http://www.uira.org/">UIRA</a> e <a href="http://f4l.sourceforge.net/">F4L</a>, ainda estão no início e precisam de mais desenvolvedores/as. Existe um outro software chamado <a href="http://ktoon.toonka.com/">KToon</a>, cujo foco é o trabalho com desenho animado e que, apesar de também estar em estágio inicial, já permite exportação no formato SWF, porém sem interação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Software livre é sinônimo de conhecimento livre e acessível à toda humanidade. O desenvolvimento de softwares livres para animação – e também de tutoriais – é requisito fundamental para a apropriação dessa arte por mais pessoas e para o surgimento de pólos de produção de animação nos países mais pobres. </span></p>
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